{"id":29196,"date":"2026-05-22T15:09:10","date_gmt":"2026-05-22T18:09:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=29196"},"modified":"2026-06-02T15:25:38","modified_gmt":"2026-06-02T18:25:38","slug":"muito-cafe-e-pouco-sono-combinacao-predispoe-a-enxaqueca-sugere-estudo-em-ratos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/muito-cafe-e-pouco-sono-combinacao-predispoe-a-enxaqueca-sugere-estudo-em-ratos\/","title":{"rendered":"Muito caf\u00e9 e pouco sono? Combina\u00e7\u00e3o predisp\u00f5e \u00e0 enxaqueca, sugere estudo com ratos"},"content":{"rendered":"<p>De tudo que se conhece sobre a enxaqueca, a desigualdade \u00e9 um dos aspectos mais intrigantes. H\u00e1 d\u00e9cadas a ci\u00eancia sabe que pessoas do sexo feminino s\u00e3o as principais v\u00edtimas dessa s\u00edndrome \u2014 isto \u00e9, um conjunto de sintomas, que inclui a dor \u2014 que afeta em torno de 15% da popula\u00e7\u00e3o mundial, interrompendo a rotina normal a cada crise. Um estudo recente do Laborat\u00f3rio de Farmacologia da Dor Orofacial da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) contribui para entender melhor essa vulnerabilidade ao trazer mais informa\u00e7\u00f5es de como ela funciona diante de um h\u00e1bito comum da atualidade, beber caf\u00e9 para compensar a falta de sono.<\/p>\n<p>Publicado na revista cient\u00edfica <em>Headache<\/em>, o estudo tem car\u00e1ter experimental por ter sido realizado em ratos, mas d\u00e1 indicativos de que esses dois <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/%f0%9f%8c%8e-como-a-vida-moderna-esta-afetando-o-sono-e-adoecendo-a-sociedade\/\">&#8220;gatilhos de estilo de vida&#8221;<\/a> reduzem a resist\u00eancia do sistema nervoso ao desencadeamento da enxaqueca, especialmente nas f\u00eameas. Isso significa que deixam o organismo mais sens\u00edvel \u00e0 dor, criando o cen\u00e1rio para uma crise, que pode ser mais intensa.<\/p>\n<p>Em outras palavras, na classifica\u00e7\u00e3o dos cientistas, a combina\u00e7\u00e3o \u00e9 um mecanismo de &#8220;prepara\u00e7\u00e3o&#8221; (<em>priming<\/em>) para enxaqueca.<\/p>\n<p>Ratos e seres humanos s\u00e3o diferentes na forma como seus organismos funcionam, com destaque, no caso, para a produ\u00e7\u00e3o hormonal, o metabolismo e os padr\u00f5es de sono. Contudo, a pesquisa consegue fazer indica\u00e7\u00f5es sobre como estudos em seres humanos (cl\u00ednicos) podem elucidar sobre a enxaqueca, hoje um problema de sa\u00fade p\u00fablica porque prejudica a vida de pessoas em idade produtiva.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA enxaqueca n\u00e3o \u00e9 uma simples dor de cabe\u00e7a. \u00c9 uma s\u00edndrome neurol\u00f3gica altamente incapacitante. \u00c9 caracterizada por diversos sintomas, dentre eles, dor de cabe\u00e7a de intensidade moderada \u00e0 severa, n\u00e1useas, sensibilidade \u00e0 luz e ao som\u201d, explicou \u00e0 <em>Ci\u00eancia UFPR<\/em> a professora Juliana Geremias Chichorro, coordenadora do laborat\u00f3rio em Curitiba, docente no Departamento de Farmacologia da UFPR e uma das autoras do artigo.<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo as estat\u00edsticas globais citadas pelo estudo, as mulheres sofrem de duas a tr\u00eas vezes mais de enxaqueca do que os homens. Essa preval\u00eancia ocorre com a chegada da puberdade, a partir dos 15 anos de idade, acompanhando o fato de que a oscila\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios femininos, principalmente o estrog\u00eanio, est\u00e1 ligada cientificamente ao favorecimento da enxaqueca. Quando acomete pessoas do sexo feminino, a s\u00edndrome costuma ser mais frequente, duradoura e severa.<\/p>\n<p>Entre as contribui\u00e7\u00f5es do estudo est\u00e1 o registro de como a enxaqueca afeta os sexos biol\u00f3gicos de forma diferente num quadro de cafe\u00edna com pouco sono. Enquanto o sistema nervoso das f\u00eameas &#8220;baixou a guarda&#8221; com um fator de estresse (como sono ruim ou caf\u00e9), os machos s\u00f3 apresentaram dor diante da combina\u00e7\u00e3o de todos os fatores.<\/p>\n<figure id=\"attachment_29257\" aria-describedby=\"caption-attachment-29257\" style=\"width: 420px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29257\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny.jpg\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"1896\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny.jpg 567w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny-227x1024.jpg 227w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny-340x1536.jpg 340w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny-454x2048.jpg 454w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_page-0001_tiny-150x677.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29257\" class=\"wp-caption-text\">(Clique para ampliar | <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/info-enxaqueca_compressed.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixe em pdf<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cNo nosso modelo experimental, as f\u00eameas foram significativamente mais sens\u00edveis \u00e0 combina\u00e7\u00e3o de cafe\u00edna e priva\u00e7\u00e3o de sono, o que \u00e9 consistente com o fato de a enxaqueca ser mais prevalente em mulheres\u201d, avalia a professora Luana Fischer, que atua no Departamento de Fisiologia da UFPR e tamb\u00e9m participa do estudo.<\/p>\n<h2>Estudo simulou uso de cafe\u00edna em doses altas depois de sono superficial por tr\u00eas dias<\/h2>\n<p>Segundo a pesquisa, a forma como a cafe\u00edna (presente em v\u00e1rias bebidas, entre elas energ\u00e9ticos e ch\u00e1 preto) predisp\u00f5e \u00e0 enxaqueca \u00e9 pela intera\u00e7\u00e3o com outros fatores de risco que sensibilizam o sistema trigeminovascular, que \u00e9 a rede de nervos e vasos sangu\u00edneos da cabe\u00e7a cujo desequil\u00edbrio leva \u00e0 dor.<\/p>\n<p>A priva\u00e7\u00e3o de sono \u00e9 um desses fatores de risco, o que explica por que a combina\u00e7\u00e3o dele com a cafe\u00edna gerou alerta sobre ser problem\u00e1tica.<\/p>\n<p>\u201cDiante do protocolo experimental que n\u00f3s utilizamos, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que a cafe\u00edna atuou como gatilho, mas ela contribui para a sensibiliza\u00e7\u00e3o do sistema trigeminal [do nervo trig\u00eameo, o maior dos nervos cranianos], levando \u00e0 exacerba\u00e7\u00e3o da dor\u201d, explica Juliana Chichorro.<\/p>\n<p>Para o estudo, os pesquisadores simularam consumo de cafe\u00edna durante priva\u00e7\u00e3o parcial de sono em um grupo de 320 ratos de laborat\u00f3rio. Primeiro os ratos foram submetidos a um protocolo de restri\u00e7\u00e3o de sono de seis horas di\u00e1rias por tr\u00eas dias consecutivos.<\/p>\n<p>O padr\u00e3o de sono dos ratos \u00e9 diurno e mais segmentado do que o dos humanos. Por isso, para simular a rotina de quem dorme poucas horas por noite devido a demandas sociais, o sono dos animais foi reduzido de forma a impedir o sono profundo. Assim, a primeira fase do sono profundo, o sono de ondas lentas, foi reduzido em 98%, e o sono REM, que \u00e9 posterior, foi suspenso.<\/p>\n<p>Somado a isso, parte dos animais recebeu uma dose oral de 50 miligramas por quilo de cafe\u00edna. A equival\u00eancia da dose para seres humanos, por\u00e9m, \u00e9 um c\u00e1lculo complexo, visto que a cafe\u00edna permanece no organismo dos ratos por bem menos tempo, da\u00ed a dose escolhida para a pesquisa ser alta.<\/p>\n<p>&#8220;A recomenda\u00e7\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o em geral \u00e9 n\u00e3o consumir acima de 400 miligramas de cafe\u00edna por dia, cerca de quatro ou cinco x\u00edcaras de caf\u00e9. Em pacientes com dist\u00farbios de sono e enxaqueca \u00e9 poss\u00edvel que essa quantidade predisponha a uma crise&#8221;, compara Juliana Chimichorro.<\/p>\n<h2>Ratos f\u00eameas tiveram dor mais forte e latente, com dura\u00e7\u00e3o de at\u00e9 48 horas<\/h2>\n<p>A diferen\u00e7a do impacto disso para f\u00eameas e machos se mostrou depois que os cientistas simularam o gatilho de enxaqueca. Isso foi feito por meio da inje\u00e7\u00e3o de duas subst\u00e2ncias que s\u00e3o capazes de desencadear enxaqueca em humanos (dois neuropept\u00eddeos chamados de CGRP e PACAP). As doses foram baixas e normalmente n\u00e3o causariam dor. Essa etapa permitiu aos cientistas confirmarem que a rea\u00e7\u00e3o dos animais estaria relacionada \u00e0 enxaqueca.<\/p>\n<p>Como resultado, nas f\u00eameas a simples priva\u00e7\u00e3o de sono ou o uso isolado de cafe\u00edna foi suficiente para que essas doses disparassem crises intensas de dor, o que n\u00e3o ocorreu nos machos.<\/p>\n<blockquote><p>A diferen\u00e7a entre os sexos ficou ainda mais evidente na an\u00e1lise da sensibiliza\u00e7\u00e3o latente, testada no quarto dia do experimento. Uma das caracter\u00edsticas da enxaqueca \u00e9 causar fotofobia, isto \u00e9, sensibilidade extrema \u00e0 luz, que tamb\u00e9m piora a dor.<\/p><\/blockquote>\n<p>Assim, ap\u00f3s uma hora de exposi\u00e7\u00e3o a uma luz de 5000 lux (a mesma usada em hospitais, por exemplo), apenas as f\u00eameas que haviam passado pela combina\u00e7\u00e3o de sono restrito, cafe\u00edna e gatilhos biol\u00f3gicos tiveram a dor reativada, com efeitos que persistiram por at\u00e9 48 horas.<\/p>\n<p>J\u00e1 os machos s\u00f3 apresentaram sensibilidade \u00e0 dor quando submetidos \u00e0 combina\u00e7\u00e3o tripla de todos os fatores de risco, e, ainda assim, de forma transit\u00f3ria, sem que a luz fosse capaz de trazer a dor de volta no dia seguinte.<\/p>\n<p>Para os pesquisadores, essa an\u00e1lise vai ao encontro de uma tend\u00eancia de sa\u00fade p\u00fablica, que \u00e9 a de investigar como o sexo biol\u00f3gico influencia os mecanismos das doen\u00e7as, a forma como se apresentam e como os f\u00e1rmacos que podem as combater agem no organismo.<\/p>\n<p>\u201cHoje \u00e9 altamente recomendado incluir animais e pacientes de ambos os sexos nas pesquisas experimental e cl\u00ednica, respectivamente. Essa medida tem colaborado para o melhor entendimento do papel do sexo em diferentes condi\u00e7\u00f5es dolorosas\u201d, diz Juliana Chichorro.<\/p>\n<h2>Cafe\u00edna causa enxaqueca? Depende do contexto<\/h2>\n<p>Outra contribui\u00e7\u00e3o da pesquisa \u00e9 resolver um enigma cient\u00edfico: a cafe\u00edna \u00e9 um fator de risco para a enxaqueca? A d\u00favida existe porque, ainda que a cafe\u00edna seja no geral contra-indicada para quem sofre de enxaqueca, algumas situa\u00e7\u00f5es limpavam a barra desse estimulante.<\/p>\n<p>Uma delas \u00e9 que a cafe\u00edna \u00e9 frequentemente utilizada como adjuvante (termo que significa &#8220;refor\u00e7ador\u201d) em analg\u00e9sicos para dor de cabe\u00e7a. \u00c9 s\u00f3 prestar aten\u00e7\u00e3o aos r\u00f3tulos nas farm\u00e1cias: muitos analg\u00e9sicos vendidos livremente t\u00eam cafe\u00edna.<\/p>\n<p>Outra contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 que j\u00e1 se sabe que a abstin\u00eancia de cafe\u00edna pode levar \u00e0 enxaqueca. Isso ocorre quando a subst\u00e2ncia \u00e9 consumida pelo menos diariamente e esse h\u00e1bito \u00e9 interrompido de forma abrupta.<\/p>\n<p>O estudo do Laborat\u00f3rio de Farmacologia da Dor Orofacial da UFPR segue a linha do \u201cdepende\u201d. Quer dizer, os resultados sugerem que o impacto da cafe\u00edna n\u00e3o \u00e9 fixo, mas condicionado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o geral do corpo humano.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO principal diferencial do nosso estudo \u00e9 mostrar que o efeito da cafe\u00edna sobre a enxaqueca depende do contexto fisiol\u00f3gico [de como o corpo est\u00e1 funcionando] e da intera\u00e7\u00e3o com outros fatores de risco, especialmente a priva\u00e7\u00e3o de sono. A maior parte dos estudos anteriores analisou esses fatores de forma isolada&#8221;, explica Luana Fischer.<\/p><\/blockquote>\n<p>Dessa forma, a pesquisa indica que a cafe\u00edna que se soma a outras escolhas de vida e condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, podendo aumentar o risco de enxaqueca de forma mais ou menos grave. &#8220;Isso ajuda a explicar por que seu efeito na doen\u00e7a parece t\u00e3o vari\u00e1vel entre indiv\u00edduos e situa\u00e7\u00f5es\u201d, compara a pesquisadora.<\/p>\n<h2>Din\u00e2mica com neurotransmissor do cansa\u00e7o faz da cafe\u00edna um problema para quem tem enxaqueca<\/h2>\n<p>Mas como a cafe\u00edna age sobre o c\u00e9rebro cansado? O estudo sugere que no centro da quest\u00e3o est\u00e1 a adenosina, um neurotransmissor, isto \u00e9, uma subst\u00e2ncia que comunica o c\u00e9rebro sobre aspectos da situa\u00e7\u00e3o do corpo. A adenosina vai se acumulando no c\u00e9rebro ao longo do dia, induzindo ao sono \u00e0 noite. Em outras palavras, funciona como mensageiro qu\u00edmico de que o corpo est\u00e1 cansado.<\/p>\n<p>Em uma situa\u00e7\u00e3o de priva\u00e7\u00e3o de sono, essa mol\u00e9cula est\u00e1 em alta no c\u00e9rebro, tentando for\u00e7\u00e1-lo a descansar, mas, ao mesmo tempo, o protegendo da dor do estresse. Quando a cafe\u00edna \u00e9 inclu\u00edda nesse quadro, ela acaba por impedir a adenosina de trabalhar, porque ambas as subst\u00e2ncias se ligam aos mesmos receptores do c\u00e9rebro \u2014 s\u00f3 que a cafe\u00edna n\u00e3o os ativa.<\/p>\n<p>Essa din\u00e2mica de disputa impede que o corpo seja vencido pelo cansa\u00e7o, j\u00e1 que a cafe\u00edna anula parte da adenosina, mas tamb\u00e9m o deixa mais suscet\u00edvel \u00e0 dor. Com isso, doses pequenas de gatilhos biol\u00f3gicos que n\u00e3o afetariam uma pessoa descansada acabam levando a uma crise de enxaqueca intensa.<\/p>\n<p>A ci\u00eancia j\u00e1 entende bem o papel da adenosina. Tamb\u00e9m sabe que priva\u00e7\u00e3o de sono est\u00e1 associada \u00e0 enxaqueca. \u00c9 a primeira vez, por\u00e9m, que um estudo conecta essas duas quest\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cNossos resultados sugerem que a sinaliza\u00e7\u00e3o adenosin\u00e9rgica [o processo biol\u00f3gico guiado pela adenosina] pode representar um elo fisiol\u00f3gico entre priva\u00e7\u00e3o de sono e vulnerabilidade \u00e0 enxaqueca. Isso contribui para explicar por que altera\u00e7\u00f5es no sono e o consumo de cafe\u00edna frequentemente aparecem associados \u00e0s crises em pacientes suscet\u00edveis\u201d, detalha Luana Fischer.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right\"><span class=\"TextRun SCXW153919897 BCX0\" lang=\"EN-US\" xml:lang=\"EN-US\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u2795\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">Leia\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">o\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">artigo<\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/head.70099\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\"> &#8220;Lifestyle triggers of migraine: sleep restriction and caffeine lower the threshold for migraine-like responses in rats in\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">a<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">sex<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">-specific manner<\/span><\/a><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u201d,<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">publicado<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u00a0no\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">per\u00ed\u00f3dico<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u00a0<em>Headache<\/em><\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\"><em>\u00a0<\/em>(<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">em<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">ingl\u00eas<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">;\u00a0<\/span><span class=\"NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW153919897 BCX0\">aberto<\/span><span class=\"NormalTextRun SCXW153919897 BCX0\">)<\/span><\/span><span class=\"EOP Selected SCXW153919897 BCX0\" data-ccp-props=\"{}\">\u00a0<\/span><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De tudo que se conhece sobre a enxaqueca, a desigualdade \u00e9 um dos aspectos mais intrigantes. 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