{"id":27487,"date":"2025-10-30T14:10:28","date_gmt":"2025-10-30T17:10:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=27487"},"modified":"2025-12-29T19:18:18","modified_gmt":"2025-12-29T22:18:18","slug":"slam-poetry-e-nova-forma-de-ativismo-cultural-aponta-estudo-da-ufpr","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/slam-poetry-e-nova-forma-de-ativismo-cultural-aponta-estudo-da-ufpr\/","title":{"rendered":"Slam poesia \u00e9 nova forma de ativismo cultural, aponta estudo da UFPR"},"content":{"rendered":"<p>O dia 20 de outubro \u00e9 (extraoficialmente) o Dia Nacional do Poeta. Diferente do Dia Nacional da Poesia, comemorada no dia 31 do mesmo m\u00eas, a data \u00e9 dedicada exclusivamente \u00e0 pessoa, ao ser poeta. Mas, o que faz de uma pessoa um poeta? N\u00e3o h\u00e1 uma resposta objetiva ou concreta. Quando falamos sobre poetas brasileiros, de imediato, nomes como Carlos Drummond, Oswald de Andrade e M\u00e1rio Quintana surgem \u00e0 roda, mas, subvertendo a poesia \u201ctradicional\u201d, o poeta tem muito mais faces do que a daquelas grandes personalidades ensinadas na escola.<\/p>\n<p>De meados de 2014 para c\u00e1, um movimento cultural aproxima a poesia das ruas, das camadas populares e da pol\u00edtica, na figura de poetas marginais. A mestre em antropologia Camila Kelly Alves, em sua disserta\u00e7\u00e3o para o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia e Arqueologia (PPGAA) da UFPR, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Miguel Carid, destrincha o slam poesia curitibano, corrente de declama\u00e7\u00e3o po\u00e9tica nascida nos anos 1980 nos Estados Unidos e efervescente no cen\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, o slam poesia, ou slam poetry, afasta a poesia do \u201cideal acad\u00eamico\u201d; daquela poesia restrita aos intelectuais e aos estudiosos de literatura, permitindo a expressividade do povo por meio da linguagem po\u00e9tica performada em ruas e pra\u00e7as. \u201cEle [o jovem de periferia] acessa uma compreens\u00e3o da realidade por outros meios, que n\u00e3o s\u00e3o teorias, n\u00e3o s\u00e3o te\u00f3ricos, n\u00e3o s\u00e3o fil\u00f3sofos. S\u00e3o artistas, escritores e poetas, narrando a exist\u00eancia deles e explicando de alguma forma aquilo que eles est\u00e3o vivendo\u201d, explica Alves.<\/p>\n<h5><strong>GALERIA <span style=\"color: #cf6777\">|<\/span><\/strong> Poetas de slam poetry expressam viv\u00eancias e causas em espa\u00e7os p\u00fablicos<br \/>\n<\/h5>\n<blockquote><p>Como performance art\u00edstica, s\u00f3 existem tr\u00eas fatores determinantes para a execu\u00e7\u00e3o do poetry slam: a poesia ser autoral, a performance ser de no m\u00e1ximo tr\u00eas minutos, e a aus\u00eancia de recursos c\u00eanicos, como instrumentos musicais ou objetos que ancoram a fala do declamador \u2013 o que faz o slam \u00e9 a palavra e a expressividade do poeta.<\/p><\/blockquote>\n<p>Como hip\u00f3tese de sua disserta\u00e7\u00e3o, Alves prop\u00f5e o slam poesia uma nova forma de \u201cativismo cultural\u201d, ao concretizar a manifesta\u00e7\u00e3o da narrativa perif\u00e9rica e gerar a mobiliza\u00e7\u00e3o dos ouvintes. Mobiliza\u00e7\u00e3o essa motivada pela identifica\u00e7\u00e3o direta por parte dos jovens do sub\u00farbio curitibano ou da regi\u00e3o metropolitana, que chegam \u00e0 regi\u00e3o central da cidade, presenciam as performances e s\u00e3o inspirados a contarem as suas pr\u00f3prias viv\u00eancias.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o caso da slammer campe\u00e3 de Poesia Falada de 2024 no estado de Santa Catarina, Aisha Gabriella, conhecida artisticamente como travalyngua, que teve o primeiro contato com o slam poetry em 2022 e, pouco tempo depois, j\u00e1 estava participando das rodas como poeta. \u201cEra um domingo e vi uma galera reunida, falando umas coisas que me cabiam. No show seguinte eu j\u00e1 estava declamando. Eu tamb\u00e9m tinha algumas coisas guardadas para mim, eu falei: \u2018eu acho que tem gente que quer ouvir o que eu tenho para falar\u2019\u201d, relatou Aisha.<\/p>\n<p>Natural de Rond\u00f4nia e radicada em Florian\u00f3polis, a idealizadora do Slam Manicongo e graduanda em Hist\u00f3ria na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) destaca o potencial transformador do slam.<\/p>\n<blockquote><p>\u201c\u00c9 um ref\u00fagio de emo\u00e7\u00e3o, onde a gente pode expressar o que t\u00e1 entalado. Eu entrei para o slam porque eu estava na rua, passei numa pra\u00e7a e vi algu\u00e9m fazendo uma coisa e falei &#8216;eu vou ficar por aqui&#8217;. O slam \u00e9 sobre encontrar pessoas que est\u00e3o por a\u00ed e fazer elas serem ouvidas tamb\u00e9m\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Ao verbalizar traumas pessoais e coletivos e amplific\u00e1-los em espa\u00e7os p\u00fablicos, o slam poetry possibilita o impulsionamento de novas hist\u00f3rias e possibilidades de futuro para a popula\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica, justificando o car\u00e1ter ativista proposto por Camila Kelly Alves.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27497\" aria-describedby=\"caption-attachment-27497\" style=\"width: 420px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27497\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m.jpg\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"1199\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m.jpg 657w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m-105x300.jpg 105w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m-359x1024.jpg 359w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m-538x1536.jpg 538w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_m-150x428.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27497\" class=\"wp-caption-text\">(Clique para ampliar | <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/info_slam-poetry_compressed.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixe em pdf<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<h2>A brasilidade chega ao slam poesia<\/h2>\n<p>Apesar de assemelhar-se muito \u00e0 cultura hip-hop e \u00e0s batalhas de rima, o slam poesia, ou slam poetry, surgiu nos sal\u00f5es de declama\u00e7\u00e3o po\u00e9tica estadunidenses, os \u201cspoken word\u201d (poesia falada), como uma forma de performatiza\u00e7\u00e3o da declama\u00e7\u00e3o. Tendo o poeta Marc Kelly Smith como principal divulgador conhecido, a partir de eventos realizados em 1986, o slam torna a poesia falada um jogo dram\u00e1tico; com competidores (os slammers), um \u201c\u00e1rbitro\u201d (o slammaster), jurados, notas avaliativas, rodadas e um p\u00fablico apaixonado, que se torna tamb\u00e9m parte da performance ao engajar, gritar, vaiar, aplaudir e provocar.<\/p>\n<p>Muito diferente do poetry slam americano, s\u00e3o os slammers brasileiros que fazem das suas performances uma forma de ativismo transformadora, pautando a pesquisa de Camila Kelly Alves. Para Aisha Gabriella, o Brasil tem o \u201cpotencial transformador em todas as culturas que toca\u201d, e com a poesia falada n\u00e3o foi diferente.<\/p>\n<p>Imagine-se em uma noite de s\u00e1bado no cora\u00e7\u00e3o de Curitiba. Um grupo de jovens, vindos da periferia da cidade, se re\u00fane em frente ao Cavalo Bab\u00e3o \u2013 um dos pontos tur\u00edsticos mais visitados da regi\u00e3o central. Em uma intera\u00e7\u00e3o direta entre poeta e p\u00fablico \u00e9 \u201cforjado uma \u00e1gora que tem a extens\u00e3o de seus pr\u00f3prios corpos reunidos em semic\u00edrculo\u201d, escreveu Alves em sua\u00a0disserta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>Ali, s\u00e3o declamadas poesias perform\u00e1ticas que exprimem as experi\u00eancias interpessoais dos poetas e as suas realidades perif\u00e9ricas. Esse \u00e9 o slam poetry \u201cabrasileirado\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Articulado pela atriz, pesquisadora e poeta Roberta Estrela D\u2019alva, a poesia falada chega ao Brasil em 2008, com o Slam ZAP! (Zona Aut\u00f4noma da Palavra), que mesclou de uma s\u00f3 vez o slam \u00e0 cultura perif\u00e9rica e negra brasileira, recebendo, ent\u00e3o, influ\u00eancia e ades\u00e3o direta do movimento hip-hop nacional.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 quando Camila Kelly Alves tem acesso \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cultural e te\u00f3rica de D\u2019alva e outras autoras negras que a antrop\u00f3loga encontra o caminho para conduzir a sua pesquisa, visto que o conhecimento da autora sobre o slam era m\u00ednimo. \u201cEssas autoras que eu conheci no processo de escrita da disserta\u00e7\u00e3o, elas diziam: \u2018isso aqui [o slam] \u00e9 pot\u00eancia, \u00e9 efervesc\u00eancia\u2019. E eu me emocionava vendo aqueles jovens descrevendo as motiva\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas deles, fosse racismo, ou homofobia, ou machismo\u201d, diz Alves.<\/p>\n<p>Como parte da sua pesquisa etnogr\u00e1fica \u2013 procedimento o qual, segundo o professor Miguel Carid, se resume no \u201ctrabalho de campo em escala um a um, no sentido em que o antrop\u00f3logo se desloca para os lugares onde est\u00e3o pesquisando e vivenciam em tempo real a pesquisa\u201d \u2013 Alves rompe com o hist\u00f3rico da antropologia como um recurso de domina\u00e7\u00e3o colonial, ao aplicar nas aproxima\u00e7\u00f5es com os seus interlocutores uma \u201cescuta sens\u00edvel\u201d, considerando o contexto em que aquelas pessoas vivem, sem formular concep\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias: \u201cmais recentemente a gente entende que a teoria \u00e9 uma deriva daquilo que voc\u00ea observa em campo e n\u00e3o que voc\u00ea vai a campo com uma teoria para fazer ela encaixar na realidade\u201d.<\/p>\n<p>Na disserta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de referenciar te\u00f3ricos das Ci\u00eancias Sociais, Camila embasa sua pesquisa nos pr\u00f3prios poetas de slam e nas suas produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, os quais a pesquisadora acompanhou de perto para compreender o movimento de rua na cidade de Curitiba. Os interlocutores escolhidos foram o Poeta Griot, a Poeta Gabriela e a Poeta Hel\u00f4, expoentes j\u00e1 destacados na cena curitibana de slam. Todos s\u00e3o de origem perif\u00e9rica, movimentam a cena de poesia falada em Curitiba e representam a ess\u00eancia do poetry slam.<\/p>\n<p>Entre as rodas, o Slam Contrataque, primeiro slam de Curitiba, realizado no centro da cidade, foi o escolhido para ser analisado por Alves, mas a capital paranaense sedia outros diversos campeonatos de slam, em sua maioria, sem uma periodicidade definida. Entre as op\u00e7\u00f5es de rodas de slam curitibanas, a poesia se torna o rol\u00ea <em>(veja no infogr\u00e1fico a rota de slams na capital paranaense)<\/em>.<\/p>\n<h2>O potencial pedag\u00f3gico do slam<\/h2>\n<p>O primeiro contato de Camila Kelly Alves com o slam poetry foi em sala de aula, quando a mestre em antropologia ainda era bolsista de inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 doc\u00eancia no ensino b\u00e1sico em Toledo, no interior do Paran\u00e1. Por meio de oficinas que aliavam a escrita criativa com as viv\u00eancias pessoais dos alunos, seguido de competi\u00e7\u00f5es improvisadas, Camila conheceu o slam como um recurso pedag\u00f3gico.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ter explorado a face pedag\u00f3gica do slam em sua pesquisa, a antrop\u00f3loga ressalta a pr\u00e1tica da poesia falada como uma metodologia educacional: \u201cquando voc\u00ea ensina algu\u00e9m que voc\u00ea pode se expressar por meio da poesia, voc\u00ea forma n\u00e3o apenas uma pessoa leitora de poesia, mas tamb\u00e9m um escritor, um poeta\u201d, explica Camila ao refor\u00e7ar o poder transformador do slam poetry.<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o de oficinas de poesia falada em escolas retoma o car\u00e1ter mobilizador e ativista dos slams, ao gerar identifica\u00e7\u00e3o e instigar crian\u00e7as e adolescentes a continuarem se expressando por meio da poesia. Como cofundadora do projeto independente Slam Educa, a Poeta travalyngua se torna uma \u201ceducadora de slam\u201d, em oficinas oferecidas em escolas municipais de Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>A oficina \u00e9 dividida em tr\u00eas etapas, sendo elas: aulas de escrita po\u00e9tica; competi\u00e7\u00e3o de slam dentro da escola; e competi\u00e7\u00e3o de slam fora da escola, realizada na Universidade Federal de Santa Catarina. Segundo Aisha, a receptividade das crian\u00e7as e adolescentes \u00e9 \u00f3tima, sobretudo nas escolas de periferia, onde a identifica\u00e7\u00e3o com a raiz perif\u00e9rica do slam \u00e9 muito maior.<\/p>\n<p>Em Curitiba, a Poeta Gabriela, nomeada por Alves como \u201ca poeta educadora\u201d, junto \u00e0s suas parceiras do Slam das Gurias, fundado pela pr\u00f3pria Poeta Gabriela, oferece oficinas em escolas e palestras sobre o poetry slam como metologia pedag\u00f3gica transformadora. O Slam das Gurias tamb\u00e9m oferece cursos especializados para professores e educadores sociais que desejam aplicar o slam poesia e o rap em ambientes educacionais, curso nomeado como \u201cPedagogia da Rima\u201d.<\/p>\n<p>Enraizar a produ\u00e7\u00e3o e a verbaliza\u00e7\u00e3o po\u00e9tica inspirada em viv\u00eancias pessoais no ensino \u00e9, mais uma vez, parte da miss\u00e3o ativista do slam no contexto brasileiro. Em um cen\u00e1rio de expans\u00e3o da poesia falada nos espa\u00e7os p\u00fablicos da cidade e dentro das salas de aula, a face do poeta brasileiro vai se reestruturando na figura de poetas marginais.<\/p>\n<h5>Edi\u00e7\u00e3o: Camille Bropp<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right\">\u2795 Veja mais detalhes na disserta\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/acervodigital.ufpr.br\/xmlui\/handle\/1884\/89434\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;Slam poesia: experimenta\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas e pol\u00edticas na cidade de Curitiba&#8221;<\/a>, defendida por Camila Kelly Alves no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia e Arqueologia da UFPR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O dia 20 de outubro \u00e9 (extraoficialmente) o Dia Nacional do Poeta. 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