{"id":27304,"date":"2025-10-06T09:30:22","date_gmt":"2025-10-06T12:30:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=27304"},"modified":"2025-10-21T15:43:19","modified_gmt":"2025-10-21T18:43:19","slug":"divulgacao-de-fake-news-pode-ter-motivacoes-emocionais-e-estrategicas-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/divulgacao-de-fake-news-pode-ter-motivacoes-emocionais-e-estrategicas-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Fake news afirmam cren\u00e7as e criam senso identit\u00e1rio, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p>As not\u00edcias falsas, chamadas popularmente pela tradu\u00e7\u00e3o na l\u00edngua inglesa de fake news, s\u00e3o uma realidade em tempos de polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Esse tipo de conte\u00fado, com informa\u00e7\u00f5es inver\u00eddicas ou distorcidas, costuma se espalhar facilmente pelas redes sociais. Uma pesquisa do Instituto DataSenado, divulgada em agosto de 2024, mostrou que 72% dos usu\u00e1rios de redes sociais tinham visto not\u00edcias que consideraram falsas nos \u00faltimos seis meses.<\/p>\n<p>Os entrevistados tamb\u00e9m foram perguntados sobre qual seria o motivo para a dissemina\u00e7\u00e3o desses conte\u00fados: 31% achavam que quem compartilha quer mudar a opini\u00e3o dos outros; 30% pensavam que o compartilhamento \u00e9 pelo desconhecimento sobre a veracidade das supostas not\u00edcias. Mas essa motiva\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 uma quest\u00e3o em aberto e intriga cientistas.<\/p>\n<p>A d\u00favida foi o ponto inicial da tese de doutorado \u201cO bem versus o mal: fake news como arma das batalhas morais em disputa nas guerras culturais\u201d da bibliotec\u00e1ria Cristiane Sinimbu Sanchez, servidora t\u00e9cnica da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) e pesquisadora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o da universidade. A ideia de investigar o tema surgiu na pandemia de covid-19, quando Sanchez percebeu que a desinforma\u00e7\u00e3o estava abalando quest\u00f5es de sa\u00fade p\u00fablica e de outros \u00e2mbitos pol\u00edticos.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Entendemos as fake news n\u00e3o apenas como informa\u00e7\u00f5es falsas. Um pressuposto dessa pesquisa era de que esses conte\u00fados estavam sendo utilizados como dispositivos de disputa de sentido, principalmente quando envolviam quest\u00f5es morais. Trata-se de um produto elaborado com a inten\u00e7\u00e3o de enganar e levar ao erro, projetado para se espalhar com facilidade nas redes sociais\u201d, afirma.<\/p><\/blockquote>\n<p>Entre as principais conclus\u00f5es da tese, est\u00e1 a constata\u00e7\u00e3o de que as pessoas n\u00e3o compartilhavam fake news apenas por desconhecimento, e sim de forma consciente (e at\u00e9 estrat\u00e9gica) para refor\u00e7ar cren\u00e7as morais e vis\u00f5es de mundo. Para o professor e orientador da pesquisa, Rafael Cardoso Sampaio, isso indica que o combate \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m de corrigir esses conte\u00fados para que as pessoas compreendam a realidade dos fatos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27314\" aria-describedby=\"caption-attachment-27314\" style=\"width: 420px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27314 size-full\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11.png\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"2000\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11.png 420w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11-63x300.png 63w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11-215x1024.png 215w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11-150x714.png 150w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27314\" class=\"wp-caption-text\">(<a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-11.png\">Clique para ampliar<\/a> | <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/infograficos-1.pdf\">Baixe em pdf<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cPesquisas como a de Cristiane evidenciam que a quest\u00e3o \u00e9 mais complexa. N\u00e3o se trata simplesmente de pessoas sem acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o ver\u00eddica. H\u00e1 uma s\u00e9rie de raz\u00f5es que levam os indiv\u00edduos a acreditar e compartilhar not\u00edcias falsas\u201d, diz o professor. \u201cMais do que isso, muitas vezes as pessoas as compartilham mesmo sem acreditar nelas, utilizando a desinforma\u00e7\u00e3o como uma estrat\u00e9gia pol\u00edtica e eleitoral. O objetivo passa a ser causar dano a um advers\u00e1rio ou manter a confus\u00e3o informacional para al\u00e9m de seu pr\u00f3prio grupo\u201d.<\/p>\n<p>Para compreender o problema, a pesquisadora fez a media\u00e7\u00e3o de 12 grupos focais, buscando verificar como os participantes interagiam com conte\u00fados falsos. Os grupos contaram com participantes de faixas et\u00e1rias e posicionamentos pol\u00edticos distintos (Centro, Esquerda e Direita).<\/p>\n<p>&#8220;Com essa estrutura, a gente queria perceber as diferen\u00e7as geracionais e como o espectro pol\u00edtico influenciava na rela\u00e7\u00e3o que as pessoas desenvolvem com os conte\u00fados enganosos\u201d, diz Cristiane. \u201cIsso para perceber, por exemplo, como jovens e idosos se relacionam com essas plataformas de desinforma\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h2>Conte\u00fados falsos com temas pol\u00eamicos e que mobilizam emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o os mais compartilhados<\/h2>\n<p>A forte presen\u00e7a das fake news no cotidiano das pessoas levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias de checagem, e uma das metodologias de Sanchez foi a an\u00e1lise de not\u00edcias falsas verificadas pela Aos Fatos entre 2022 e 2023. O objetivo era identificar os principais temas desses conte\u00fados e suas formas de compartilhamento. A cataloga\u00e7\u00e3o foi feita com aux\u00edlio do software MAXQDA.<\/p>\n<p>Dos conte\u00fados analisados pela pesquisa, 70% circularam em redes sociais; 55% eram completamente inventados, enquanto 30% eram informa\u00e7\u00f5es reais apresentadas em contexto enganoso. As fake news focavam em temas sens\u00edveis como pol\u00edtica, religi\u00e3o, g\u00eanero, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade; os alvos principais eram vacinas, escolas, tribunais superiores e o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva.<\/p>\n<p>As pe\u00e7as catalogadas tamb\u00e9m apresentavam caracter\u00edsticas visuais em comum, como letras garrafais, layouts que imitavam jornais tradicionais e falas dessincronizadas em v\u00eddeos.<\/p>\n<p>Os grupos focais fizeram parte da segunda metodologia escolhida por Cristiane para entender o compartilhamento das fake news. Os 71 participantes foram recrutados por meio de uma empresa especializada e eram pessoas residentes na cidade de Curitiba, com equil\u00edbrio entre homens e mulheres, renda e escolaridade. Foram separados quatro grupos por alinhamento ideol\u00f3gico, nas faixas et\u00e1rias de 18 a 30 anos; 31 a 40 anos; 41 a 50 anos e 51 a 65 anos.<\/p>\n<p>De acordo com Sampaio, a metodologia dos grupos focais, uma das principais t\u00e9cnicas de coleta de dados qualitativos, colabora neste tipo de pesquisa porque permite n\u00e3o apenas perguntar diretamente \u00e0s pessoas o que elas pensam, mas tamb\u00e9m observar como suas opini\u00f5es se manifestam em um ambiente que simula uma conversa mais espont\u00e2nea.<\/p>\n<p>\u201cA for\u00e7a do grupo focal reside na intera\u00e7\u00e3o e no di\u00e1logo entre os participantes. Uma pessoa com uma opini\u00e3o menos consolidada pode ser influenciada por outros argumentos, assim como acontece no dia a dia\u201d, afirma Sampaio. \u201cAo mesmo tempo, algu\u00e9m com uma convic\u00e7\u00e3o muito forte dificilmente ser\u00e1 convencido e expressar\u00e1 sua discord\u00e2ncia. Isso permite ao pesquisador identificar quais opini\u00f5es s\u00e3o mais consolidadas e quais est\u00e3o mais suscet\u00edveis ao debate\u201d.<\/p>\n<p>Os encontros ocorreram de forma on-line, com media\u00e7\u00e3o de Sinimbu. Os participantes foram apresentados \u00e0s pe\u00e7as com not\u00edcias falsas, para que as rea\u00e7\u00f5es diante daqueles conte\u00fados fossem analisadas. Uma das conclus\u00f5es da tese foi a de que muitas vezes as emo\u00e7\u00f5es despertadas pelas not\u00edcias falsas teriam mais peso que a pr\u00f3pria verdade, segundo a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u201cAs fake news mais compartilhadas s\u00e3o aquelas que mexem com medo, com raiva, com indigna\u00e7\u00e3o; elas costumam circular em temas muito sens\u00edveis como pol\u00edtica, religi\u00e3o e g\u00eanero. A gente tinha materiais de motiva\u00e7\u00e3o ali para os grupos focais das discuss\u00f5es, e isso mobilizava as emo\u00e7\u00f5es\u201d, relata a pesquisadora.<\/p>\n<p>Os participantes eram convidados a responder quest\u00f5es sobre como eles escolhiam suas fontes de informa\u00e7\u00e3o e o que eles pensavam sobre o compartilhamento de fake news. A an\u00e1lise das respostas indicou que nem sempre as fake news s\u00e3o compartilhadas apenas por ignor\u00e2ncia ou ingenuidade; esses conte\u00fados falsos est\u00e3o inseridos em uma disputa simb\u00f3lica de sentidos.<\/p>\n<p>\u201cMuita gente compartilha mesmo sabendo que aquele conte\u00fado pode ser falso. Isso acontece porque aquilo refor\u00e7a uma cren\u00e7a, uma identidade, uma vis\u00e3o de mundo, como se fosse um gesto de pertencimento e de posicionamento\u201d, explica Cristiane. \u201c\u00c9 quase como dizer &#8216;\u00e9 isso que eu defendo, venha junto comigo, \u00e9 isso que \u00e9 o correto e o valor que a sociedade precisa defender'&#8221;.<\/p>\n<p>A tese revelou algumas diferen\u00e7as de percep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 faixa et\u00e1ria e espectro pol\u00edtico dos participantes dos grupos focais. De acordo com a pesquisa, os participantes que se identificavam como sendo de direita apresentam uma tend\u00eancia a rejeitar a imprensa tradicional, confiando mais em canais alternativos ou perfis de pol\u00edticos. Os participantes de esquerda se mostraram mais confiantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 grande imprensa, enquanto os de centro apresentavam uma desconfian\u00e7a generalizada.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas mais velhas, em geral, usam mais WhatsApp e Facebook, confiam muito nas redes pessoais. Se um conte\u00fado, mesmo que duvidoso, vem da fam\u00edlia ou amigos, eles tendem a confiar e repassar cegamente\u201d, afirma Cristiane. \u201cOs mais jovens preferem redes como Instagram, X e TikTok. Eles parecem ser um pouco mais cr\u00edticos, mas tamb\u00e9m est\u00e3o expostos a esse conte\u00fado um pouco mais emocional e muito mais r\u00e1pido\u201d.<\/p>\n<h2>Pesquisadora defende pol\u00edticas p\u00fablicas para mitigar efeitos do compartilhamento de fake news<\/h2>\n<p>Os resultados da tese v\u00e3o al\u00e9m da compreens\u00e3o da motiva\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s das fake news. Para Sinimbu, o estudo d\u00e1 um passo para indicar que deve haver uma mobiliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es para o combate \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o, que v\u00e3o al\u00e9m de uma educa\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica para que os usu\u00e1rios das redes sociais saibam identificar conte\u00fados falsos ou regula\u00e7\u00e3o das redes sociais.<\/p>\n<p>Entre as iniciativas que a pesquisadora sugere, est\u00e3o campanhas que busquem focar e valores plurais e empatia, e tamb\u00e9m n\u00facleos de escuta intergeracional em bibliotecas, CRAS e escolas, j\u00e1 que a tese sugere que as fake news funcionam como marcadores identit\u00e1rios e refor\u00e7o de la\u00e7os grupais.<\/p>\n<p>\u201cA gente precisa de pol\u00edticas p\u00fablicas que levem em conta os v\u00ednculos afetivos e culturais. N\u00e3o basta s\u00f3 dizer \u2018Isso \u00e9 falso\u2019. \u00c9 preciso dialogar com as pessoas, porque aquilo ressoou em algu\u00e9m. Fake news s\u00e3o mais do que mentiras, s\u00e3o um sintoma e um combust\u00edvel para essa disputa\u201d, afirma. \u201cPrecisamos promover espa\u00e7os de conversa, refor\u00e7ar a import\u00e2ncia da escuta cr\u00edtica. Essa \u00e9 uma mensagem importante da tese\u201d.<\/p>\n<p>\u2795 Leia a tese \u201c<a href=\"https:\/\/acervodigital.ufpr.br\/xmlui\/handle\/1884\/97164\">O bem versus o mal: fake news como arma das batalhas morais em disputa nas guerras culturais<\/a>\u201d, defendida no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o da UFPR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As not\u00edcias falsas, chamadas popularmente pela tradu\u00e7\u00e3o na l\u00edngua inglesa de fake news, s\u00e3o uma realidade em tempos de polariza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2824,"featured_media":27305,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1618,2186,2202],"tags":[2607,2760,2759,2761],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - 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