{"id":27204,"date":"2025-09-29T15:34:37","date_gmt":"2025-09-29T18:34:37","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=27204"},"modified":"2025-10-14T18:11:31","modified_gmt":"2025-10-14T21:11:31","slug":"e-facil-caminhar-por-curitiba-analise-revela-desafios-para-pedestres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/e-facil-caminhar-por-curitiba-analise-revela-desafios-para-pedestres\/","title":{"rendered":"\u00c9 f\u00e1cil caminhar por Curitiba? An\u00e1lise revela desafios para pedestres"},"content":{"rendered":"<p>Uma pesquisa da Universidade Federal do Paran\u00e1 est\u00e1 mapeando trajetos entre parques e pra\u00e7as da capital paranaense literalmente a p\u00e9. Por meio do projeto de extens\u00e3o &#8220;Caminhos de Curitiba&#8221;, a equipe realiza um diagn\u00f3stico aprofundado da caminhabilidade, abrangendo as condi\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o urbano para pedestres.<\/p>\n<p>Para transformar percep\u00e7\u00f5es em dados concretos, o projeto utiliza a ferramenta iCam, do Instituto de Pol\u00edticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP). O m\u00e9todo \u00e9 composto por 15 indicadores agrupados em categorias (ambiente, atra\u00e7\u00e3o, cal\u00e7adas, mobilidade, seguran\u00e7a p\u00fablica e seguran\u00e7a vi\u00e1ria).<\/p>\n<p>A \u00e1rea de estudo compreende os trajetos que conectam cinco pontos da cidade: Parque Barigui, Pra\u00e7a da Ucr\u00e2nia, Pra\u00e7a Os\u00f3rio, Passeio P\u00fablico e Bosque do Papa Jo\u00e3o Paulo II. As avalia\u00e7\u00f5es priorizam rotas de deslocamento de pedestres sugeridas pelo aplicativo Google Maps.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27269\" aria-describedby=\"caption-attachment-27269\" style=\"width: 360px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27269\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb.png\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"264\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb.png 860w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb-300x220.png 300w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb-768x563.png 768w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/mapa_caminharcwb-150x110.png 150w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27269\" class=\"wp-caption-text\">Pontos da caminhada avaliada pelo projeto na regi\u00e3o central de Curitiba. Imagem: GoogleMaps\/Reprodu\u00e7\u00e3o (Clique para ampliar)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com fomento do Parque Tecnol\u00f3gico Itaipu (Parquetec), o projeto pretende conectar a mobilidade ativa aos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), como sa\u00fade e bem-estar (ODS 3) e cidades e comunidades sustent\u00e1veis (ODS 11). A iniciativa pretende contribuir para a redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o ambiental, incentivar a mobilidade ativa e aumentar a qualidade da vida urbana.<\/p>\n<p>Os dados, que ser\u00e3o disponibilizados para os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos municipais, j\u00e1 apontam um retrato complexo da experi\u00eancia do pedestre em Curitiba. Por um lado, h\u00e1 aspectos positivos que tornam o caminhar mais agrad\u00e1vel, como trechos mais convidativos aos pedestres, com a presen\u00e7a de arte nas ruas e fachadas atrativas.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de \u00e1rvores que proporcionam sombra tamb\u00e9m foram destacadas como pontos fortes. No entanto, as mesmas \u00e1rvores comprometem a integridade das cal\u00e7adas, o que levanta uma discuss\u00e3o sobre a titularidade das cal\u00e7adas e a responsabilidade do poder p\u00fablico. A an\u00e1lise das cal\u00e7adas inclui desde o estado f\u00edsico at\u00e9 aspectos como seguran\u00e7a e conforto do trajeto.<\/p>\n<h5><strong>GALERIA <span style=\"color: #cf6777;\">|<\/span><\/strong> Imagens da experi\u00eancia de caminhar pela capital paranaense<br \/>\n<\/h5>\n<p>Outros desafios se tornaram evidentes durante as coletas em campo. &#8220;Uma das observa\u00e7\u00f5es que mais me impactou foi o tempo de travessia nos sem\u00e1foros para pedestres&#8221;, relata a estudante Rafaela Righi. &#8220;Em alguns pontos onde fizemos amostragens, o tempo era de apenas 13 a 15 segundos, mesmo em travessias relativamente longas. Isso nos faz refletir sobre a dificuldade enfrentada por pessoas com mobilidade reduzida, que muitas vezes n\u00e3o conseguem concluir a travessia com seguran\u00e7a nesse intervalo de tempo\u201d.<\/p>\n<p>Diferen\u00e7as entre os bairros foram identificadas pelo grupo. De acordo com a estudante Maria Beatriz Gardemann, no trecho do Parque Barigui at\u00e9 a Pra\u00e7a da Ucr\u00e2nia, por exemplo, localizado em uma regi\u00e3o mais nobre, foram observadas cal\u00e7adas mais planas. J\u00e1 no trecho da Pra\u00e7a Os\u00f3rio para o Passeio P\u00fablico, no centro da cidade, o fluxo de pedestres \u00e9 maior e a estrutura da cal\u00e7ada \u00e9 mais irregular. \u201cNo geral, a cidade ainda precisa melhorar as travessias de pedestres para incentivar mais a caminhada no dia a dia das pessoas\u201d, detalha.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27241\" aria-describedby=\"caption-attachment-27241\" style=\"width: 420px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info-caminhabilidade_cienciaufpr_g_compressed-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27241\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info-caminhabilidade_cienciaufpr_g_compressed-1.jpg\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"1199\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27241\" class=\"wp-caption-text\">(Clique para ampliar | <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info-caminhabilidade_cienciaufpr_g_compressed.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixe em pdf<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<p>A coordenadora do projeto e professora do Departamento de Engenharia Ambiental da UFPR, Joice Kuritza Denck Gon\u00e7alves, ressalta que a infraestrutura urbana \u00e9 determinante para a qualidade da experi\u00eancia de quem caminha. \u201cElementos como largura e conserva\u00e7\u00e3o das cal\u00e7adas, sinaliza\u00e7\u00e3o adequada, ilumina\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e presen\u00e7a de \u00e1reas de descanso fazem toda a diferen\u00e7a. Quando esses aspectos s\u00e3o negligenciados, o deslocamento a p\u00e9 se torna desconfort\u00e1vel, inseguro ou at\u00e9 invi\u00e1vel para parte da popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h2>Trajeto entre Pra\u00e7a Os\u00f3rio e Passeio P\u00fablico tem melhor avalia\u00e7\u00e3o; entre Parque Barigui e Pra\u00e7a da Ucr\u00e2nia, a pior<\/h2>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o dos segmentos metodol\u00f3gicos gerou notas para cada categoria, indicando o grau de caminhabilidade. O sistema de pontua\u00e7\u00e3o do iCam considera \u201c\u00f3timo\u201d os crit\u00e9rios que atingem 3 na escala, resultados entre 2 e 3 s\u00e3o \u201cbons\u201d, \u00edndices maiores que 1 e menores que 2 \u201csuficientes\u201d e notas menores que 1 \u201cinsuficientes\u201d.<\/p>\n<p>O trecho DE (Passeio P\u00fablico e o Bosque do Papa) foi dividido em dois, pois a partir da entrada na Rua Euclides Bandeira o caminho \u00e9 exclusivo para pedestres e ciclistas, o que torna o c\u00e1lculo dos indicadores diferente do primeiro trecho, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 polui\u00e7\u00e3o sonora proveniente de ve\u00edculos, por exemplo. A coleta foi feita normalmente e a divis\u00e3o no c\u00e1lculo do \u00edndice busca garantir transpar\u00eancia do resultado.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o de todos os trechos por meio do \u00edndice apontou uma classifica\u00e7\u00e3o geral \u201csuficiente\u201d. Dentre os quatro segmentos avaliados, o trajeto entre a Pra\u00e7a Os\u00f3rio e o Passeio P\u00fablico obteve a melhor avalia\u00e7\u00e3o, com grau de caminhabilidade entre suficiente e bom. Em contrapartida, o percurso entre o Parque Barigui e a Pra\u00e7a da Ucr\u00e2nia (trecho AB) apresentou o desempenho geral mais baixo entre os trechos estudados, com n\u00edvel de insufici\u00eancia para as categorias Seguran\u00e7a P\u00fablica e Seguran\u00e7a Vi\u00e1ria, e pontua\u00e7\u00e3o final de 1,04.<\/p>\n<p>As maiores pontua\u00e7\u00f5es foram observadas na categoria Ambiente no trajeto entre o Passeio P\u00fablico e o Bosque do Papa (trecho DE &#8211; parte 2) e na categoria Mobilidade no trajeto entre Pra\u00e7a Os\u00f3rio e o Passeio P\u00fablico (trecho CD), com 2,42 e 2,40, respectivamente. Os pesquisadores atribuem a isso a grande quantidade de vegeta\u00e7\u00e3o no trecho \u201cDE\u201d e a localiza\u00e7\u00e3o central do trecho \u201cCD\u201d, com a presen\u00e7a de v\u00e1rias linhas de transporte p\u00fablico.<\/p>\n<p>Uma an\u00e1lise detalhada das seis categorias que comp\u00f5em o \u00edndice revelou que as piores avalia\u00e7\u00f5es est\u00e3o em Seguran\u00e7a P\u00fablica, Seguran\u00e7a Vi\u00e1ria e Atra\u00e7\u00e3o. O trecho entre o Passeio P\u00fablico e o Bosque do Papa (DE) registrou as pontua\u00e7\u00f5es mais baixas em duas dessas categorias (Atra\u00e7\u00e3o &#8211; 0,05; Seguran\u00e7a P\u00fablica &#8211; 0,00). Embora possua uma via exclusiva para pedestres, fatores como pouca ilumina\u00e7\u00e3o e baixo fluxo de pedestres evidenciam a falta de seguran\u00e7a p\u00fablica no trecho, podendo comprometer a experi\u00eancia dos pedestres.<\/p>\n<p>Os pesquisadores ressaltam que a promo\u00e7\u00e3o de ambientes urbanos verdadeiramente caminh\u00e1veis exige uma abordagem multifatorial, que transcenda a infraestrutura e contemple, de forma integrada, a seguran\u00e7a, o conforto e a exist\u00eancia de destinos e atividades que incentivem o deslocamento a p\u00e9.<\/p>\n<h2>Melhorias devem focar material das cal\u00e7adas, ilumina\u00e7\u00e3o e c\u00e2meras de seguran\u00e7a<\/h2>\n<p>Por meio da avalia\u00e7\u00e3o detalhada da caminhabilidade, com determina\u00e7\u00e3o do \u00edndice em \u00e1reas estrat\u00e9gicas e com identifica\u00e7\u00e3o de pontos fortes e fracos, a equipe debate propostas concretas de interven\u00e7\u00f5es urbanas para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a, acessibilidade, conforto, atratividade, conectividade e conveni\u00eancia para pedestres.<\/p>\n<p>A necessidade de revis\u00e3o dos materiais das cal\u00e7adas (considerando custo, resist\u00eancia e permeabilidade) e uso de ilumina\u00e7\u00e3o adequada e c\u00e2meras de seguran\u00e7a j\u00e1 s\u00e3o apontados como prioridades pela equipe.<\/p>\n<p>&#8220;A implementa\u00e7\u00e3o de medidas para aumentar a caminhabilidade resultar\u00e1 em uma cidade mais segura e inclusiva para os pedestres. Isso incentivar\u00e1 mais pessoas a caminhar, reduzindo a depend\u00eancia de carros e, consequentemente, os n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o do ar e sonora&#8221;, afirma a docente da UFPR. Ao contribuir para o combate ao sedentarismo, os benef\u00edcios tamb\u00e9m se estendem \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Com os relat\u00f3rios t\u00e9cnicos em fase de produ\u00e7\u00e3o, o pr\u00f3ximo passo da equipe \u00e9 intensificar o di\u00e1logo com os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos municipais e realizar a\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o nos parques e pra\u00e7as estudados. \u201cEm uma cidade como Curitiba, com tantos espa\u00e7os verdes e uma popula\u00e7\u00e3o que valoriza a mobilidade, investir em infraestrutura que priorize o pedestre \u00e9 essencial para tornar a cidade mais inclusiva, acess\u00edvel e sustent\u00e1vel\u201d, destaca Joice.<\/p>\n<h2>Extens\u00e3o em pr\u00e1tica e j\u00e1 com reconhecimento<\/h2>\n<p>Neste ano, o projeto conquistou <a href=\"https:\/\/portaldaeducacao.crea-pr.org.br\/melhores-projetos-de-extensao-universitaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a primeira coloca\u00e7\u00e3o na modalidade \u201ccivil\u201d do Pr\u00eamio CREA-PR<\/a> de extens\u00e3o universit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Para os estudantes do curso de Engenharia Ambiental e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Ambiental envolvidos na iniciativa, o projeto \u00e9 uma extens\u00e3o da sala de aula. Os integrantes atuam na coleta e an\u00e1lise de dados, produ\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios, divulga\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o em eventos.<\/p>\n<p>Por meio de uma parceria com a Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1, os celulares dos estudantes foram calibrados para serem utilizados como son\u00f4metro nas medi\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises de ru\u00eddo ambiental.<\/p>\n<p>&#8220;A extens\u00e3o universit\u00e1ria \u00e9 muito importante para a nossa forma\u00e7\u00e3o, porque nos permite aplicar, na pr\u00e1tica, o que aprendemos na universidade e, ao mesmo tempo, contribuir com a sociedade&#8221;, avalia Rafaela.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia em campo, segundo Maria Beatriz, foi a parte mais empolgante. &#8220;Foram v\u00e1rios dias e v\u00e1rios quil\u00f4metros andados, levando \u00e1gua, guarda-chuva, caneta e prancheta, pegando \u00f4nibus e andando a p\u00e9, preenchendo v\u00e1rias planilhas de dados. Foi o mais trabalhoso de fazer, mas foi o mais divertido&#8221;, conta. &#8220;Isso permitiu uma perspectiva melhor do curso e da profiss\u00e3o. \u00c9 muito bom ter contato com a equipe e trabalhar com eles fora da universidade\u201d.<\/p>\n<p>A coordenadora do projeto refor\u00e7a que a universidade tem um papel central na solu\u00e7\u00e3o de problemas urbanos. \u201c\u00c9 onde se formam os profissionais que atuar\u00e3o nessas \u00e1reas, onde se produz conhecimento cient\u00edfico capaz de embasar pol\u00edticas p\u00fablicas e onde se constr\u00f3i um espa\u00e7o de reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre os desafios urbanos\u201d, conclui.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">\u2795 Acompanhe mais a\u00e7\u00f5es do projeto Caminhar Curitiba no Instagram (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/caminhoscwb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@caminhoscwb<\/a>)<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa da Universidade Federal do Paran\u00e1 est\u00e1 mapeando trajetos entre parques e pra\u00e7as da capital paranaense literalmente a p\u00e9&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":2810,"featured_media":27231,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1126,1622,2186,2202,1613],"tags":[2607,1787,2751,1738,2035,1741,2752],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u00c9 f\u00e1cil caminhar por Curitiba? 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