{"id":27091,"date":"2025-09-08T07:49:36","date_gmt":"2025-09-08T10:49:36","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=27091"},"modified":"2025-09-18T11:14:11","modified_gmt":"2025-09-18T14:14:11","slug":"como-especies-introduzidas-pela-acao-humana-desequilibram-ecossistemas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/como-especies-introduzidas-pela-acao-humana-desequilibram-ecossistemas\/","title":{"rendered":"Como esp\u00e9cies introduzidas pela a\u00e7\u00e3o humana desequilibram ecossistemas"},"content":{"rendered":"<p>Em 1946, o governo argentino introduziu dez pares de castores canadenses na Tierra del Fuego, prov\u00edncia no extremo sul do pa\u00eds. A ideia era fomentar a produ\u00e7\u00e3o de casacos de pele, mas a popula\u00e7\u00e3o desses animais cresceu acima do esperado, o que levou \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de florestas inteiras. Situa\u00e7\u00f5es assim, em que esp\u00e9cies introduzidas pela a\u00e7\u00e3o humana (as chamadas esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras) desequilibram ambientes sem preparo para receb\u00ea-las, s\u00e3o comuns no mundo todo. E um estudo da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), que analisou pesquisas sobre o tema, concluiu que as esp\u00e9cies colocadas no novo ecossistema s\u00e3o mais eficazes em consumir recursos em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s nativas, causando desequil\u00edbrio a longo prazo.<\/p>\n<p>Essa hip\u00f3tese j\u00e1 vinha sendo debatida por diversos autores, mas, pela primeira vez, foi testada com base em evid\u00eancias quantitativas globais. A metan\u00e1lise de estudos experimentais comparativos entre esp\u00e9cies nativas e ex\u00f3ticas foi conduzida pela bi\u00f3loga Larissa Faria, doutoranda do Laborat\u00f3rio de Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o da UFPR, orientada pelo professor Jean Vitule, do Departamento de Engenharia Ambiental.<\/p>\n<p>O estudo, financiado pelo CNPq e Fulbright, contou ainda com a colabora\u00e7\u00e3o dos pesquisadores Jonathan Jeschke e James Dickey, associados \u00e0 Freie Universit\u00e4t Berlin, da Alemanha; Ross Cuthbert e Jamie Dick, da Queen\u2019s University Belfast, do Reino Unido; e Anthony Ricciardi, da McGill University, do Canad\u00e1.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27110\" aria-describedby=\"caption-attachment-27110\" style=\"width: 420px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27110 size-full\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1.png\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"1671\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1.png 420w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1-386x1536.png 386w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1-150x597.png 150w\" sizes=\"(max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27110\" class=\"wp-caption-text\">(Clique para ampliar | <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/info_especies-invasoras-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Baixe em pdf<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para ser considerada invasora, uma esp\u00e9cie precisa estar aumentando sua popula\u00e7\u00e3o e causando algum impacto, explica Faria. Em alguns casos, a introdu\u00e7\u00e3o delas \u00e9 intencional para cultivo, pesca, ca\u00e7a esportiva ou ornamenta\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es acidentais, como ocorre no vazamento de \u00e1gua de lastro de navios ou em escapes de cultivos. Em todas elas, existe interfer\u00eancia humana.<\/p>\n<p>\u201cAs esp\u00e9cies invasoras representam risco pois s\u00e3o elementos novos em um ecossistema que evoluiu sem a presen\u00e7a delas. Isso causa um desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico, que pode ter impactos ambientais, sociais e econ\u00f4micos\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n<p>Faria exemplifica o fen\u00f4meno com a introdu\u00e7\u00e3o da perca-do-Nilo no Lago Vit\u00f3ria, na \u00c1frica. O animal foi inserido para aumentar a produ\u00e7\u00e3o pesqueira, mas, por ser um predador de grande porte, levou \u00e0 devasta\u00e7\u00e3o de diversas esp\u00e9cies nativas de peixes. Muitas foram extintas por serem vulner\u00e1veis a esse novo predador e n\u00e3o estarem preparadas para se defender dele.<\/p>\n<p>Outro exemplo foi a <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/o-dilema-dos-javalis-da-transmissao-de-doencas-ao-estimulo-da-caca-ilegal\/\">introdu\u00e7\u00e3o de javalis para corte de carne ex\u00f3tica no Brasil<\/a>. Hoje, o animal est\u00e1 presente nos seis biomas brasileiros e em 2010 mun\u00edcipios, causando impactos \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<h2>Dom\u00ednio das esp\u00e9cies nativas \u00e9 maior entre animais de \u00e1gua doce<\/h2>\n<p>O estudo da UFPR descobriu que as esp\u00e9cies nativas geralmente levam mais tempo para consumir suas presas e, consequentemente, consomem menos presas do que uma esp\u00e9cie ex\u00f3tica em um mesmo intervalo. Essa diferen\u00e7a na efici\u00eancia em consumir recursos pode explicar o impacto das esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO estudo mostra que as taxas m\u00e1ximas de consumo das esp\u00e9cies n\u00e3o nativas s\u00e3o, em m\u00e9dia, 70% superiores do que as taxas das esp\u00e9cies an\u00e1logas nativas\u201d, diz o professor Vitule.<\/p><\/blockquote>\n<p>A pesquisa constatou tamb\u00e9m um desequil\u00edbrio especialmente intenso entre moluscos, herb\u00edvoros e animais de \u00e1gua doce e h\u00e1 duas hip\u00f3teses para isso: a primeira tem a ver com o fato de que estudos com invertebrados e em ambientes de \u00e1gua doce s\u00e3o mais comuns porque podem ser realizados em pequenos aqu\u00e1rios, sendo facilmente operacionalizados. Por isso, s\u00e3o necess\u00e1rios mais estudos em ecossistemas maiores, e com maior realismo, como em mesocosmos (sistemas experimentais projetados para simular um ecossistema sob condi\u00e7\u00f5es controladas) e experimentos naturais.<\/p>\n<p>Outra hip\u00f3tese vem do fato de que ambientes aqu\u00e1ticos s\u00e3o isolados uns dos outros e, por isso, t\u00eam uma fauna espec\u00edfica que evoluiu adaptada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es daquele local, com poucos mecanismos de defesa para lidar com amea\u00e7as externas.<\/p>\n<p>\u201cO que n\u00e3o sabemos ainda \u00e9 se a superioridade das esp\u00e9cies ex\u00f3ticas pode ser explicada por algo intr\u00ednseco a elas ou se est\u00e1 mais relacionada a uma ingenuidade das presas que n\u00e3o conseguem escapar de maneira eficaz dos predadores at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidos\u201d, diz Faria.<\/p>\n<h2>Ec\u00f3logos defendem maior fiscaliza\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do tema<\/h2>\n<p>Mas existe uma forma totalmente segura de inserir uma nova esp\u00e9cie em um ambiente? Segundo a pesquisadora, n\u00e3o. Isso porque \u00e9 dif\u00edcil prever os desdobramentos poss\u00edveis no novo local. Nesse sentido, ec\u00f3logos defendem a adapta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas para o cultivo intensivo em vez da inser\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 t\u00e3o s\u00e9rio que o Brasil possui ao menos 85 instrumentos legais sobre esse tema na esfera federal, entre leis, decretos e instru\u00e7\u00f5es normativas, e legisla\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de cada estado. Al\u00e9m disso, a introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas sem autoriza\u00e7\u00e3o \u00e9 crime ambiental, de acordo com a <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9605.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei de Crimes Ambientais 9605\/1998<\/a>.<\/p>\n<p>Apesar disso, especialistas pedem mais esfor\u00e7os em prol dessa pauta, como uma maior fiscaliza\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do tema. \u201cN\u00e3o adianta haver uma lei proibindo, se as pessoas n\u00e3o sabem o que \u00e9 uma esp\u00e9cie ex\u00f3tica invasora e soltam o estoque excedente de til\u00e1pias do seu pesque-pague no riozinho mais pr\u00f3ximo da sua propriedade, por exemplo\u201d, diz Faria.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o estudo da UFPR pode contribuir com o desenvolvimento de novas pol\u00edticas p\u00fablicas e protocolos que previnam desastres ambientais decorrentes da introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras, segundo Vitule.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3ximos passos envolvem aplicar ainda mais o m\u00e9todo experimental comparativo para investigar os impactos de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras, a influ\u00eancia das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e m\u00faltiplas invas\u00f5es nesses movimentos. Cientistas pretendem ainda aumentar a quantidade de estudos em diferentes tipos de habitat e com grupos taxon\u00f4micos variados, para trazer mais robustez \u00e0s evid\u00eancias obtidas.<\/p>\n<p>\u201cA metodologia que estudamos poderia ser aplicada em protocolos oficiais de avalia\u00e7\u00e3o de impacto de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras no pa\u00eds, auxiliando na preven\u00e7\u00e3o de novas introdu\u00e7\u00f5es ou na erradica\u00e7\u00e3o r\u00e1pida das esp\u00e9cies j\u00e1 introduzidas que forem avaliadas como mais problem\u00e1ticas do ponto de vista do consumo de recursos\u201d, diz Faria.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right\">\u2795 Leia o artigo\u00a0&#8220;<a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/brv.13179\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Non-native species have higher consumption rates than their native counterparts<\/a>&#8220;, publicado no peri\u00f3dico Biological Reviews (aberto; em ingl\u00eas)<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right\">\u2795 Leia o artigo &#8220;<a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/brv.70058\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Biological invasions: a global assessment of geographic distributions, long-term trends, and data gaps<\/a>&#8220;, tamb\u00e9m publicado na <em>Biological Reviews<\/em> (aberto; em ingl\u00eas)<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right\">\u2795 Leia o cap\u00edtulo &#8220;<a href=\"https:\/\/www.cambridge.org\/core\/journals\/environmental-conservation\/article\/abs\/invasive-species-policy-in-brazil-a-review-and-critical-analysis\/37E1F26619ABD5B1FDDE115736D7AB2B\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Invasive species policy in Brazil: a review and critical analysis<\/a>&#8220;, publicado no livro Environmental Conservation, da editora Cambridge University Press (fechado; em ingl\u00eas)<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1946, o governo argentino introduziu dez pares de castores canadenses na Tierra del Fuego, prov\u00edncia no extremo sul do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2822,"featured_media":27101,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[2186,1612,2202],"tags":[2607,2739,1734,1741,2318,2413],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - 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