{"id":24976,"date":"2024-02-28T07:05:14","date_gmt":"2024-02-28T10:05:14","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=24976"},"modified":"2024-12-31T18:46:37","modified_gmt":"2024-12-31T21:46:37","slug":"nova-especie-de-arvore-conhecida-como-quaresmeira-e-descoberta-na-regiao-da-grande-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/nova-especie-de-arvore-conhecida-como-quaresmeira-e-descoberta-na-regiao-da-grande-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Nova esp\u00e9cie de \u00e1rvore conhecida como quaresmeira \u00e9 descoberta na regi\u00e3o da Grande S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p><span data-contrast=\"auto\">O final do ver\u00e3o \u00e9 invadido por tons intensos de rosa e roxo em diversas cidades do Brasil gra\u00e7as \u00e0 florada das quaresmeiras e dos manac\u00e1s-da-serra, esp\u00e9cies de plantas muito presentes na arboriza\u00e7\u00e3o de centros urbanos. Inclusive o nome popular da quaresmeira foi dado devido \u00e0s flores desabrocharem nesta \u00e9poca do ano, que antecede a P\u00e1scoa e sucede ao Carnaval.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">De copa arredondada, com folhas verde-escuras e carregadas com flores roxas ou rosadas, essas \u00e1rvores apresentam um porte pequeno a m\u00e9dio, chegando at\u00e9 12 metros de altura, e pertencem a esp\u00e9cies do g\u00eanero <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">Pleroma<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\">. Apesar de nativas de florestas \u00famidas, elas atualmente podem ser encontradas em todo o pa\u00eds, devido \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o do cultivo e a sua capacidade de toler\u00e2ncia \u00e0 polui\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Em setembro de 2023, pesquisadores do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bot\u00e2nica da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) descreveram uma nova esp\u00e9cie de <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">Pleroma<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\">, encontrada no N\u00facleo Curucutu do <a href=\"https:\/\/guiadeareasprotegidas.sp.gov.br\/ap\/parque-estadual-serra-do-mar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Parque Estadual da Serra do Mar<\/a>, localizado, em parte, no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h5><strong>GALERIA <span style=\"color: #cf6777;\">|<\/span><\/strong> A nova esp\u00e9cie foi estudada por dez anos at\u00e9 ser descrita<strong><br \/>\n<\/strong><strong><span class=\"TextRun SCXW204042263 BCX0\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun SCXW204042263 BCX0\"><\/span><\/span><span class=\"EOP SCXW204042263 BCX0\" data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/strong><\/h5>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O exemplar foi coletado em fevereiro de 2012 e o pesquisador Fabr\u00edcio Schmitz Meyer, atualmente em p\u00f3s-doutorado na UFPR e especialista nesse g\u00eanero de planta, levou mais de dez anos para estud\u00e1-lo detalhadamente e chegar \u00e0 conclus\u00e3o que se tratava de uma nova esp\u00e9cie. A descoberta foi <\/span><a href=\"https:\/\/www.biotaxa.org\/Phytotaxa\/article\/view\/phytotaxa.616.1.7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span data-contrast=\"none\">publicada na revista de taxonomia bot\u00e2nica <em>Phytotaxa<\/em><\/span><\/a><i><span data-contrast=\"auto\">.\u00a0<\/span><\/i><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Em homenagem ao N\u00facleo Curucutu, do Parque Estadual da Serra do Mar, \u00fanico local de ocorr\u00eancia da esp\u00e9cie conhecido at\u00e9 o momento, a planta foi batizada de <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">Pleroma curucutuense. <\/span><\/i><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cEla \u00e9 uma parente das quaresmeiras e manac\u00e1s, mas ao contr\u00e1rio das mais conhecidas, possui um porte menor, as flores reunidas em infloresc\u00eancias e as p\u00e9talas s\u00e3o roxas, apenas com a por\u00e7\u00e3o basal branca, ou seja, n\u00e3o mudam de brancas para lilases durante a abertura\u201d, explica Meyer \u00e0 <em>Ci\u00eancia UFPR<\/em>.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O fato de a esp\u00e9cie ser end\u00eamica apenas da regi\u00e3o do parque pode significar que h\u00e1 risco de extin\u00e7\u00e3o, devido a sua distribui\u00e7\u00e3o restrita. Os pesquisadores acreditam n\u00e3o ser prov\u00e1vel que exemplares da planta sejam encontrados fora desta \u00e1rea, mas que \u00e9 poss\u00edvel que ela esteja amplamente distribu\u00edda dentro do pr\u00f3prio n\u00facleo em que foi coletada.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cA esp\u00e9cie s\u00f3 foi apanhada em campos de altitude pr\u00f3ximos da sede do parque, mas estas forma\u00e7\u00f5es se estendem mais a leste e a sul nas cristas mais altas desta por\u00e7\u00e3o da Serra do Mar. Assim, suspeitamos que existam mais popula\u00e7\u00f5es da esp\u00e9cie em \u00e1reas insuficientemente amostradas dentro do pr\u00f3prio parque e, quanto maiores forem as popula\u00e7\u00f5es, menos risco ela corre\u201d, avalia o autor do artigo.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Apesar de ter sido descrita s\u00f3 agora, a esp\u00e9cie foi coletada pela primeira vez em 1996 e ficou depositada na<a href=\"https:\/\/specieslink.net\/col\/UPCB\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> cole\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da UFPR<\/a>, chamada herb\u00e1rio, por todo esse tempo. <\/span><\/p>\n<h5><strong>GALERIA <span style=\"color: #cf6777;\">|<\/span> <\/strong><span class=\"TextRun SCXW260232229 BCX0\" lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\" data-contrast=\"auto\"><span class=\"NormalTextRun SCXW260232229 BCX0\">Herb\u00e1rios s\u00e3o imprescind\u00edveis para documenta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies<\/span><\/span><strong><span class=\"EOP SCXW260232229 BCX0\" data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\"><br \/>\n<\/span><\/strong><span data-ccp-props=\"{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/h5>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cIsso \u00e9 comum acontecer, pois a pessoa que coletou antes n\u00e3o conseguiu identificar como uma nova esp\u00e9cie, j\u00e1 que para estudar a flora, dependemos de amostras depositadas no herb\u00e1rio. E este \u00e9 um trabalho geralmente realizado em longo prazo pois passa por diversas etapas\u201d, conta o professor do Departamento de Bot\u00e2nica da UFPR e supervisor da pesquisa, Renato Goldenberg.\u00a0<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h2><b><span data-contrast=\"auto\">Semelhan\u00e7as com outras esp\u00e9cies do g\u00eanero<\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><i><span data-contrast=\"auto\">Pleroma curucutuense<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\"> \u00e9 morfologicamente parecida com <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">Pleroma caissara<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\">, esp\u00e9cie descrita pelos mesmos autores em 2014. As principais diferen\u00e7as dizem respeito ao porte reduzido, folhas menores com apenas tr\u00eas nervuras, flores e pe\u00e7as florais menores.<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\"> \u201cElas tamb\u00e9m ocorrem em habitats diferentes. <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">P. curucutuense<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\"> ocorre acima de 750 metros, em campos de altitude, enquanto <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">P. caissara<\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\"> ocorre entre dez e 400 metros de altitude, pr\u00f3ximo \u00e0 costa, na restinga e na Mata Atl\u00e2ntica de v\u00e1rzea e submontana\u201d, revela Meyer.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Ainda que suas parentes, quaresmeiras e manac\u00e1s-da-serra, sejam comuns em diversas \u00e1reas do territ\u00f3rio brasileiro, n\u00e3o se sabe se a nova esp\u00e9cie descrita poderia ser cultivada em outras regi\u00f5es, j\u00e1 que essa situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 poder\u00e1 ser constatada ap\u00f3s testes. Contudo, o padr\u00e3o \u00e9 que as quaresmeiras s\u00e3o plantas de f\u00e1cil cultivo a partir de sementes e possuem enorme potencial ornamental.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h2><b><span data-contrast=\"auto\">Uma das principais regi\u00f5es do pa\u00eds ainda tem flora desconhecida\u00a0\u00a0 <\/span><\/b><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><span data-contrast=\"auto\">Embora cada novo t\u00e1xon (agrupamento de organismos biol\u00f3gicos constru\u00eddo com base em uma defini\u00e7\u00e3o) descoberto represente um incremento do conhecimento sobre a biodiversidade, o fato de encontrar uma esp\u00e9cie in\u00e9dita pr\u00f3xima a grandes n\u00facleos urbanos \u00e9 um dos aspectos considerados mais interessante da pesquisa.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">\u201cChama aten\u00e7\u00e3o que uma esp\u00e9cie, at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida, seja reconhecida como nova no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, que inclui uma das maiores \u00e1reas urbanas do mundo e a maior\u00a0da Am\u00e9rica do Sul, comportando milh\u00f5es de pessoas. \u00c9 impressionante que uma cidade desse porte ainda tenha \u00e1reas naturais com flora n\u00e3o totalmente conhecida\u201d, assegura Goldenberg.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O Parque Estadual da Serra do Mar abrange parte de 23 munic\u00edpios, indo da divisa de S\u00e3o Paulo com o Rio de Janeiro at\u00e9 Itariri, no sul do estado paulista e cobrindo toda a regi\u00e3o serrana e arredores da Serra do Mar. A \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o possui uma vegeta\u00e7\u00e3o bastante rica, com pelo menos 512 esp\u00e9cies nativas j\u00e1 inventariadas em seus campos de altitude.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-contrast=\"auto\">O N\u00facleo Curucutu, local onde <\/span><i><span data-contrast=\"auto\">P. curucutuense <\/span><\/i><span data-contrast=\"auto\">foi coletada, est\u00e1 localizado entre a regi\u00e3o metropolitana da baixada santista e a grande S\u00e3o Paulo.<\/span><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">\u2795 Leia detalhes no artigo <a href=\"https:\/\/www.biotaxa.org\/Phytotaxa\/article\/view\/phytotaxa.616.1.7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;A new species of Pleroma (Melastomataceae) from high-altitude grasslands of the state of S\u00e3o Paulo, Brazil&#8221;<\/a>, publicado no peri\u00f3dico <em>Phytotaxa<\/em><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right;\">\u2795Veja mais fotos <a href=\"https:\/\/photos.app.goo.gl\/Wbs1zZemWbWsmpRH6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O final do ver\u00e3o \u00e9 invadido por tons intensos de rosa e roxo em diversas cidades do Brasil gra\u00e7as \u00e0&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2805,"featured_media":25000,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1608,1622,2202],"tags":[2420,2638,2393,1909,2468,2137,1831,2464,2465,2466,2467,2354],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - 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