{"id":24106,"date":"2023-11-21T07:16:00","date_gmt":"2023-11-21T10:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=24106"},"modified":"2023-12-05T13:46:27","modified_gmt":"2023-12-05T16:46:27","slug":"especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/","title":{"rendered":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 um morcego pequeno, de cerca de 12 cent\u00edmetros da cabe\u00e7a aos p\u00e9s, mas at\u00e9 a sua presen\u00e7a ser registrada em uma \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o entre campos naturais e florestas de arauc\u00e1rias do Paran\u00e1 h\u00e1 uma longa hist\u00f3ria a ser contada. O morcego da esp\u00e9cie <em>Histiotus alienus<\/em> havia sido documentado pela primeira e \u00fanica vez por um naturalista ingl\u00eas em 1916, depois de ser capturado em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Assim, teve seu corpo catalogado entre as esp\u00e9cies da biodiversidade da Am\u00e9rica do Sul no Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres.<\/p>\n<p>Mais de um s\u00e9culo depois, o encontro de pesquisadores brasileiros com a esp\u00e9cie, que teve o <a href=\"https:\/\/zookeys.pensoft.net\/article\/108553\/element\/4\/48\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">registro publicado em setembro no peri\u00f3dico <em>ZooKeys<\/em><\/a>, fez avan\u00e7ar o conhecimento sobre esse mam\u00edfero voador da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>A captura do morcego ocorreu em 2018, durante o trabalho dos pesquisadores do projeto &#8220;Mam\u00edferos do Ref\u00fagio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas e do Parque Nacional dos Campos Gerais\u201d, o Promasto. Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), o projeto tem o objetivo de documentar os mam\u00edferos dessas duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o paranaenses e <a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/fragmentacao-de-biomas-pode-colocar-pequenos-mamiferos-em-rota-de-extincao-nos-campos-gerais\/\">j\u00e1 investigou o impacto da descontinuidade das unidades de conserva\u00e7\u00e3o na vida deles<\/a>.<\/p>\n<p>O morcego, um macho, foi interceptado por um equipamento para captura chamado de rede de neblina, uma malha de n\u00e1ilon que foi instalada em pontos estrat\u00e9gicos do ref\u00fagio. A unidade de conserva\u00e7\u00e3o fica em Palmas, cidade de 52 mil habitantes no Sudoeste do Paran\u00e1, e \u00e9 federal, gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio).<\/p>\n<h5><strong>GALERIA <span style=\"color: #cf6777;\">|<\/span> <\/strong>Imagens da hist\u00f3ria da esp\u00e9cie, at\u00e9 o seu reencontro<br \/>\n<\/h5>\n<p>A partir da\u00ed, come\u00e7ou o longo trabalho de compara\u00e7\u00e3o que levou \u00e0 comprova\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, que teve que ser pesquisada em v\u00e1rios pa\u00edses, incluindo a conclus\u00e3o na Inglaterra. Afinal, \u00e9 onde estava o \u00fanico registro cient\u00edfico do <em>Histiotus alienus<\/em>, ou seja, o seu hol\u00f3tipo \u2014 o exemplar coletado pela primeira vez e que foi utilizado para uma descri\u00e7\u00e3o ou representa\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, que pode at\u00e9 ser uma ilustra\u00e7\u00e3o, mas geralmente \u00e9 um esqueleto, um fragmento ou o conjunto disso com o corpo do exemplar embalsamado.<\/p>\n<p>Mas por que o morcego ficou tanto tempo sem aparecer?<\/p>\n<p>\u201cAinda temos muito a investigar. Pode ser uma esp\u00e9cie naturalmente rara. Pode ser uma esp\u00e9cie que sofreu muito o impacto da devasta\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, tanto no passado quanto no presente. Ou pode se tratar de uma esp\u00e9cie que \u00e9 dif\u00edcil de ser coletada com t\u00e9cnicas tradicionais\u201d, conta Liliani Marilia Tiepolo, coordenadora do projeto de pesquisa e professora do curso de Ci\u00eancias Ambientais da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), \u00e0 <em>Ci\u00eancia UFPR<\/em>.<\/p>\n<p>O projeto re\u00fane cientistas do Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise e Monitoramento da Mata Atl\u00e2ntica (Lamma) da UFPR, da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio do ICMBio e do CNPq.<\/p>\n<h2>Esp\u00e9cie j\u00e1 \u00e9 considerada criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o no Paran\u00e1<\/h2>\n<p>Al\u00e9m de jogar luz sobre uma esp\u00e9cie pouco conhecida da Mata Atl\u00e2ntica, a descoberta tamb\u00e9m aumenta a lista das esp\u00e9cies de mam\u00edferos do Paran\u00e1. Dessa forma, p\u00f4de ter seu grau de conserva\u00e7\u00e3o avaliado pelas pesquisadoras do Lamma, que coordenam a lista vermelha de mam\u00edferos no Paran\u00e1. A an\u00e1lise j\u00e1 adianta que especialistas em morcegos acreditam que a esp\u00e9cie corre risco severo de extin\u00e7\u00e3o e precisa ser protegida.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA comunidade de especialistas em morcegos que esteve presente nas oficinas de avalia\u00e7\u00e3o foi un\u00e2nime em considerar que a esp\u00e9cie, em n\u00edvel regional, passa a ser considerada como criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o no Estado do Paran\u00e1\u201d, afirma Liliani, que \u00e9 uma das coordenadoras do Lamma, juntamente com a professora Juliana Quadros, tamb\u00e9m da UFPR.<\/p><\/blockquote>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rios os fatores que levaram \u00e0 essa avalia\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o grau mais perigoso de extin\u00e7\u00e3o. Primeiro, o alto grau de fragmenta\u00e7\u00e3o dos ambientes naturais onde o morcego vive no Paran\u00e1, como os campos nativos e as florestas de arauc\u00e1rias. Hoje as unidades de conserva\u00e7\u00e3o que protegem estes ambientes s\u00e3o relativamente pequenas e descont\u00ednuas, portanto o espa\u00e7o para o desenvolvimento da esp\u00e9cie acaba restrito.<\/p>\n<p>Outro risco para a esp\u00e9cie \u00e9 o fato de seus habitats naturais no Paran\u00e1 estarem sendo transformados em pastagens, monocultivos agr\u00edcolas e \u00e1rea comercial de plantio de pinus e eucalipto. Tamb\u00e9m a expans\u00e3o da energia e\u00f3lica em Palmas e das hidrel\u00e9tricas na Bacia do Rio Igua\u00e7u atrapalham a sobreviv\u00eancia dos morcegos. A expans\u00e3o do desmatamento da Floresta Atl\u00e2ntica no Paran\u00e1 nos \u00faltimos cinco anos soma mais um alerta.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise deve ajudar a tirar a esp\u00e9cie da lista de \u201cdados insuficientes\u201d da International Union for Conservation of Nature and Natural Resources (IUCN), que mant\u00e9m um <a href=\"https:\/\/www.iucnredlist.org\/species\/10200\/22098611\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">banco de dados sobre esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o no mundo<\/a>.<\/p>\n<p>O fato de ter sido encontrada a 400 quil\u00f4metros de onde foi coletada pela primeira vez pode significar uma \u00e1rea maior de habita\u00e7\u00e3o ampliando sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Em Joinville, a Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 uma floresta ombr\u00f3fila densa, ou seja, um tipo de floresta sempre verde que precisa de muita chuva.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o onde a esp\u00e9cie foi encontrada \u00e9 diferente. \u00c9 uma mistura de floresta ombr\u00f3fila mista, que s\u00e3o as florestas com arauc\u00e1ria, tamb\u00e9m com grande necessidade de chuva e geralmente localizadas em \u00e1reas mais altas e mais frias, com campos naturais sulinos entre as florestas.<\/p>\n<h2>Orelhas diferenciam o morcego de outros mais conhecidos do seu g\u00eanero<\/h2>\n<p>A curiosidade em rela\u00e7\u00e3o ao morcego foi imediata, conta Vin\u00edcius Cardoso Cl\u00e1udio, pesquisador da Fiocruz Mata Atl\u00e2ntica. Cl\u00e1udio \u00e9 especialista em quir\u00f3pteros, como tamb\u00e9m s\u00e3o chamados os morcegos, os \u00fanicos mam\u00edferos que conseguem voar por completo. Como os morcegos de Palmas ainda s\u00e3o pouco conhecidos, achar esp\u00e9cies raras ou diferentes era uma possibilidade para o projeto.<\/p>\n<p>O g\u00eanero do morcego, <em>Histiotus<\/em>, foi identificado logo que o bicho foi examinado, porque o pesquisador conhece bem esse grupo. Aqui vale relembrar as aulas de biologia na escola. Para estudar os seres vivos, a ci\u00eancia busca agrup\u00e1-los pelas semelhan\u00e7as. No caso do morcego, o maior grupo a que ele pertence \u00e9 pelo fato de ele ser um animal (reino animal), como os seres humanos. De funil em funil, chegamos aos g\u00eaneros, que s\u00e3o o \u00faltimo grupo antes da esp\u00e9cie. O g\u00eanero <em>Histiotus<\/em> tem 11 esp\u00e9cies conhecidas de morcegos, entre elas o <em>Histiotus alienus<\/em>.<\/p>\n<p>As orelhas em formato de vela s\u00e3o a principal caracter\u00edstica do g\u00eanero <em>Histiotus<\/em>. Outra \u00e9 o corpo coberto por p\u00ealos amarronzados. Esses morcegos s\u00e3o inset\u00edvoros (comem insetos) e habitam boa parte da Am\u00e9rica do Sul, locais t\u00e3o diferentes quanto florestas e montanhas. A d\u00favida sobre a esp\u00e9cie correta, por\u00e9m, continuou.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cNo momento da captura percebemos que alguns dos caracteres morfol\u00f3gicos [caracter\u00edsticas f\u00edsicas] eram diferentes do esperado para as esp\u00e9cies que poderiam ocorrer no local, podendo talvez se tratar de uma nova esp\u00e9cie ou alguma esp\u00e9cie n\u00e3o registrada no Brasil\u201d, lembra Cl\u00e1udio.<\/p><\/blockquote>\n<p>Inicialmente, pensou-se que o morcego poderia ser da esp\u00e9cie <em>Histiotus bonariensis<\/em>, que \u00e9 mais comum, ou da <em>Histiotus montanus<\/em>, <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbzool\/a\/zjMqp55zyyY6g3rHwhKqQnw\/?lang=pt&amp;format=pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">registrada pela primeira vez no Paran\u00e1 em 2006<\/a>. Mas as orelhas n\u00e3o batiam. Entre as caracter\u00edsticas que chamam a aten\u00e7\u00e3o no Histiotus alienus est\u00e3o as orelhas, que s\u00e3o menores do que a dos morcegos do g\u00eanero, al\u00e9m de triangulares e conectadas por uma membrana. \u201cAlienus\u201d vem de \u201cestranho\u201d. Ele tamb\u00e9m tem pelos avermelhados e compridos no dorso, enquanto as costas s\u00e3o cobertas por p\u00ealos escuros.<\/p>\n<p>Da\u00ed a necessidade da compara\u00e7\u00e3o com o primeiro exemplar recolhido da esp\u00e9cie, que est\u00e1 em Londres.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um achado muito significativo, pois traz luz a uma s\u00e9rie de novas informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre a esp\u00e9cie, sua evolu\u00e7\u00e3o, rela\u00e7\u00f5es de parentesco e morfologia a partir de uma nova descri\u00e7\u00e3o mais elaborada e detalhada, que poder\u00e1 ser \u00fatil para novas identifica\u00e7\u00f5es. A descri\u00e7\u00e3o original de 1916 era limitada a poucas informa\u00e7\u00f5es, como era t\u00edpico na \u00e9poca\u201d, conta Liliani.<\/p>\n<h2>Acervos da biodiversidade tropical no Norte Global s\u00e3o express\u00e3o do colonialismo cient\u00edfico<\/h2>\n<p>O naturalista que descreveu o <em>Histiotus alienu<\/em>s no in\u00edcio do s\u00e9culo XX na Inglaterra tamb\u00e9m tem uma longa hist\u00f3ria para contar. Michael Rogers Oldfield Thomas foi um ativo mastozo\u00f3logo \u2014 um estudioso de mam\u00edferos \u2014 que trabalhou por d\u00e9cadas para o Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres, aposentando-se em 1923.<\/p>\n<p>Ao se retirar, havia descrito mais de 2,9 mil esp\u00e9cies do mundo todo, <a href=\"https:\/\/natsca.blog\/2019\/03\/28\/oldfield-thomas-in-his-own-words\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">n\u00famero que seus colegas hoje consideram imbat\u00edvel<\/a>. Foi tamb\u00e9m um h\u00e1bil taxidermista. Ent\u00e3o, al\u00e9m de descrever novas esp\u00e9cies, conseguia transform\u00e1-las em objetos de exposi\u00e7\u00e3o para o museu, empalhando os corpos.<\/p>\n<p>Pode-se dizer ainda que Oldfield Thomas tinha ideias vision\u00e1rias sobre a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. J\u00e1 naquela \u00e9poca era um defensor dos museus e da capacidade de dissemina\u00e7\u00e3o de conhecimento a partir deles. Por isso, escreveu uma carta de opini\u00e3o a um jornal sustentando a necessidade de que a entrada para museus fosse gratuita. Tamb\u00e9m defendia que cientistas adotassem uma linguagem simples e objetiva.<\/p>\n<p>Com seu trabalho e fontes financeiras, que inclu\u00edam o acesso \u00e0 heran\u00e7a da mulher, Oldfield Thomas expandiu a cole\u00e7\u00e3o de mam\u00edferos do museu de forma not\u00e1vel. Comprou cole\u00e7\u00f5es particulares de mam\u00edferos empalhados e viajou de museu em museu em busca de novas esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Por outro lado, a atua\u00e7\u00e3o de Oldfield Thomas acaba sendo um caso da hist\u00f3ria da ci\u00eancia que faz pensar sobre o chamado colonialismo cient\u00edfico, que \u00e9 o uso dos avan\u00e7os do conhecimento como arma pol\u00edtica de domina\u00e7\u00e3o sobre outros pa\u00edses. O pr\u00f3prio naturalista deu muitas vezes a entender que trabalhava para essa concentra\u00e7\u00e3o de conhecimento a favor da Inglaterra.<\/p>\n<p>Isso est\u00e1 registrado, por exemplo, na cole\u00e7\u00e3o de cartas do zo\u00f3logo estadunidense Gerrit Smith Miller guardada pelo Museu Smithsoniano, nos Estados Unidos. Um <a href=\"https:\/\/siarchives.si.edu\/blog\/oldfield-thomas-zoology\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo informal sobre o conte\u00fado do arquivo<\/a> revela que Oldfield Thomas reclamava de administradores de museus das col\u00f4nias brit\u00e2nicas que, no seu entender, dificultavam o traslado de esp\u00e9cimes. Chamava-os de \u201canti-brit\u00e2nicos\u201d. Tamb\u00e9m se referia \u00e0 expans\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o de mam\u00edferos da Inglaterra como uma amostra de poderio nacional. Uma das cole\u00e7\u00f5es mais completas de mam\u00edferos do museu \u00e9 a de esp\u00e9cies da \u00cdndia, pa\u00eds que s\u00f3 se libertou da Inglaterra em 1947.<\/p>\n<p>A postura dos cientistas de pa\u00edses colonizadores da \u00e9poca se reflete negativamente at\u00e9 hoje sobre o desenvolvimento da ci\u00eancia em ex-col\u00f4nias, entre as quais o Brasil se inclui. A demora no reencontro do pequeno morcego da Mata Atl\u00e2ntica tem tudo para estar entre esses efeitos, devido \u00e0s dificuldades em se acessar estas cole\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo Vin\u00edcius Cl\u00e1udio, da Fiocruz, estivesse o primeiro esp\u00e9cime no Brasil, a situa\u00e7\u00e3o poderia ter sido diferente para toda a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>\u201cSem d\u00favidas \u00e9 um fator limitante. Barreiras geogr\u00e1ficas, financeiras e lingu\u00edsticas inviabilizam a visita a museus para diversos pesquisadores, ficando a maioria das visitas atreladas a grants [financiamentos] oferecidos por essas institui\u00e7\u00f5es. Talvez se o hol\u00f3tipo estivesse no Brasil, essa esp\u00e9cie poderia ter sido redescoberta antes\u201d.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u2795 Leia detalhes no artigo &#8220;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/zookeys.pensoft.net\/article\/108553\/element\/4\/48\/\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rediscovery of Histiotus alienus Thomas, 1916 a century after its description (Chiroptera, Vespertilionidae): distribution extension and redescription<\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;, publicado no peri\u00f3dico <em>ZooKeys<\/em>.<\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u2795 Leia o texto \u201c<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/124101a0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MR. M. R. Oldfield Thomas, F.R.S.<\/a>\u201d, o obitu\u00e1rio de Oldfield Thomas reproduzido pela <em>Nature<\/em> em 2019 (em ingl\u00eas).<\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Edi\u00e7\u00e3o: Camille Bropp<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 um morcego pequeno, de cerca de 12 cent\u00edmetros da cabe\u00e7a aos p\u00e9s, mas at\u00e9 a sua presen\u00e7a ser registrada&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2800,"featured_media":24164,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1608,1612,1],"tags":[2243,2353,2399,2356,2357,2049,2351,1725,2348,1748,2056,2352,2355,2354],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Ci\u00eancia UFPR\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/cienciaufproficial\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2023-11-21T10:16:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2023-12-05T16:46:27+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1920\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Camille Bropp\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@cienciaufpr\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@cienciaufpr\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Camille Bropp\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\"},\"author\":{\"name\":\"Camille Bropp\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/person\/b2d3b2036ea31f22ae6f5f6424e9c020\"},\"headline\":\"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros\",\"datePublished\":\"2023-11-21T10:16:00+00:00\",\"dateModified\":\"2023-12-05T16:46:27+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\"},\"wordCount\":2054,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg\",\"keywords\":[\"2023\",\"Campos Gerais\",\"colonialismo cient\u00edfico\",\"Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise e Monitoramento da Mata Atl\u00e2ntica\",\"Lamma\",\"Mam\u00edferos\",\"mastozoologia\",\"Mata Atl\u00e2ntica\",\"morcego\",\"Paran\u00e1\",\"Projeto Promasto\",\"quir\u00f3pteros\",\"Ref\u00fagio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas\",\"taxonomia\"],\"articleSection\":[\"Biol\u00f3gicas\",\"Meio ambiente\",\"Reportagem\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\",\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\",\"name\":\"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg\",\"datePublished\":\"2023-11-21T10:16:00+00:00\",\"dateModified\":\"2023-12-05T16:46:27+00:00\",\"description\":\"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg\",\"width\":1920,\"height\":1080,\"caption\":\"Localizado inicialmente em uma \u00e1rea costeira de Santa Catarina, o morcego agora foi encontrado em uma floresta de arauc\u00e1rias no Sudoeste do Paran\u00e1. Fotos: Vin\u00edcius C. Cl\u00e1udio\/Fiocruz\/Promasto\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#website\",\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/\",\"name\":\"Ci\u00eancia UFPR\",\"description\":\"Site de temas cient\u00edficos com foco no conhecimento produzido na Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR). Baseado na Revista Ci\u00eancia UFPR.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization\",\"name\":\"Revista Ci\u00eancia UFPR\",\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Revista-Ciencia-UFPR-vermelho.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Revista-Ciencia-UFPR-vermelho.jpeg\",\"width\":992,\"height\":714,\"caption\":\"Revista Ci\u00eancia UFPR\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/cienciaufproficial\",\"https:\/\/x.com\/cienciaufpr\",\"https:\/\/www.instagram.com\/revistacienciaufpr\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/cienciaufproficial\",\"https:\/\/br.pinterest.com\/cienciaufpr\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/person\/b2d3b2036ea31f22ae6f5f6424e9c020\",\"name\":\"Camille Bropp\",\"description\":\"Formada em jornalismo (UFSC), com especializa\u00e7\u00e3o em sociologia pol\u00edtica (UFPR) e mestra em Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e Cultural (Unicamp). Jornalista na UFPR.\",\"sameAs\":[\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/camille-b-cardoso-1b229b21\/\"],\"url\":\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/author\/camille-bropp\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR","description":"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR","og_description":"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.","og_url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/","og_site_name":"Ci\u00eancia UFPR","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/cienciaufproficial","article_published_time":"2023-11-21T10:16:00+00:00","article_modified_time":"2023-12-05T16:46:27+00:00","og_image":[{"width":1920,"height":1080,"url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Camille Bropp","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@cienciaufpr","twitter_site":"@cienciaufpr","twitter_misc":{"Escrito por":"Camille Bropp","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/"},"author":{"name":"Camille Bropp","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/person\/b2d3b2036ea31f22ae6f5f6424e9c020"},"headline":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros","datePublished":"2023-11-21T10:16:00+00:00","dateModified":"2023-12-05T16:46:27+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/"},"wordCount":2054,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","keywords":["2023","Campos Gerais","colonialismo cient\u00edfico","Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise e Monitoramento da Mata Atl\u00e2ntica","Lamma","Mam\u00edferos","mastozoologia","Mata Atl\u00e2ntica","morcego","Paran\u00e1","Projeto Promasto","quir\u00f3pteros","Ref\u00fagio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas","taxonomia"],"articleSection":["Biol\u00f3gicas","Meio ambiente","Reportagem"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/","url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/","name":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros - Ci\u00eancia UFPR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","datePublished":"2023-11-21T10:16:00+00:00","dateModified":"2023-12-05T16:46:27+00:00","description":"Descoberta ocorreu durante projeto de pesquisa em Palmas (PR). Primeira e \u00fanica descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \ud835\udc3b\ud835\udc56\ud835\udc60\ud835\udc61\ud835\udc56\ud835\udc5c\ud835\udc61\ud835\udc62\ud835\udc60 \ud835\udc4e\ud835\udc59\ud835\udc56\ud835\udc52\ud835\udc5b\ud835\udc62\ud835\udc60 era de 1916.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#primaryimage","url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","contentUrl":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","width":1920,"height":1080,"caption":"Localizado inicialmente em uma \u00e1rea costeira de Santa Catarina, o morcego agora foi encontrado em uma floresta de arauc\u00e1rias no Sudoeste do Paran\u00e1. Fotos: Vin\u00edcius C. Cl\u00e1udio\/Fiocruz\/Promasto"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/especie-rara-de-morcego-e-reencontrada-no-brasil-apos-mais-de-um-seculo-sem-registros\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Esp\u00e9cie rara de morcego \u00e9 reencontrada no Brasil ap\u00f3s mais de um s\u00e9culo sem registros"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#website","url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/","name":"Ci\u00eancia UFPR","description":"Site de temas cient\u00edficos com foco no conhecimento produzido na Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR). Baseado na Revista Ci\u00eancia UFPR.","publisher":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#organization","name":"Revista Ci\u00eancia UFPR","url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Revista-Ciencia-UFPR-vermelho.jpeg","contentUrl":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Revista-Ciencia-UFPR-vermelho.jpeg","width":992,"height":714,"caption":"Revista Ci\u00eancia UFPR"},"image":{"@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/cienciaufproficial","https:\/\/x.com\/cienciaufpr","https:\/\/www.instagram.com\/revistacienciaufpr\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/cienciaufproficial","https:\/\/br.pinterest.com\/cienciaufpr\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/#\/schema\/person\/b2d3b2036ea31f22ae6f5f6424e9c020","name":"Camille Bropp","description":"Formada em jornalismo (UFSC), com especializa\u00e7\u00e3o em sociologia pol\u00edtica (UFPR) e mestra em Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e Cultural (Unicamp). Jornalista na UFPR.","sameAs":["https:\/\/www.linkedin.com\/in\/camille-b-cardoso-1b229b21\/"],"url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/author\/camille-bropp\/"}]}},"views":10078,"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/alienus-2.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24106"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2800"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24106"}],"version-history":[{"count":23,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24106\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24400,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24106\/revisions\/24400"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}