{"id":22210,"date":"2022-07-11T04:59:49","date_gmt":"2022-07-11T07:59:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=22210"},"modified":"2022-09-21T14:01:22","modified_gmt":"2022-09-21T17:01:22","slug":"estudo-permite-producao-das-primeiras-mudas-de-alfarroba-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/estudo-permite-producao-das-primeiras-mudas-de-alfarroba-do-brasil\/","title":{"rendered":"Estudo permite produ\u00e7\u00e3o das primeiras mudas de alfarroba do Brasil"},"content":{"rendered":"<h5><b>BOLETIM UFPR <\/b><span style=\"color: #cf6777;\"><b>|<\/b><\/span> Alfarroba: substituto do cacau ganha terras brasileiras<\/h5>\n<h5><iframe loading=\"lazy\" style=\"border-radius: 12px;\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/2Ouhh0d33cDoSVLlRw3FGB?utm_source=generator\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/h5>\n<p>O Brasil \u00e9 o pa\u00eds com a maior diversidade de \u00e1rvores do planeta, em seu territ\u00f3rio est\u00e3o 8.715 esp\u00e9cies de \u00e1rvores, o que corresponde a 14% das existentes no mundo. At\u00e9 pouco tempo, essa porcentagem n\u00e3o inclu\u00eda uma esp\u00e9cie frondosa de cerca de dez metros de altura, tronco castanho e irregular \u2014 de casca lisa e com algumas sali\u00eancias \u2014, a alfarrobeira (<em>Ceratonia siliqua<\/em>).<\/p>\n<p>De folhas perenes, que permanecem o ano todo, a \u00e1rvore costuma florir uma vez ao ano, entre agosto e outubro, e seus frutos, um tipo de vagem que mede entre dez e 25 cent\u00edmetros, s\u00e3o a fonte de um alimento rico em fibras, j\u00e1 conhecido por substituir o chocolate em dietas de baixas calorias e para indiv\u00edduos com sensibilidade ou alergia alimentar.<\/p>\n<p>A alfarroba, fruto dessa planta t\u00edpica da regi\u00e3o do Mediterr\u00e2neo \u2014 bastante disseminada pela \u00c1frica e pela Europa \u2014, pode chegar ao cotidiano dos brasileiros de forma mais \u00e1gil e barata dentro de pouco tempo e facilitar a vida de indiv\u00edduos com intoler\u00e2ncias alimentares, alguns dos principais consumidores do produto.<\/p>\n<h5><strong>FOTOS<\/strong>\u00a0<span style=\"color: #8eaebd;\"><b>|<\/b><\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Direto do ber\u00e7\u00e1rio de alfarrobeiras<\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><\/h5>\n<p>Isso porque pesquisadores do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Agronomia e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Estaquia (Gepe) da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) conseguiram introduzir a esp\u00e9cie, de forma pioneira, no Brasil.<\/p>\n<p>Ao saberem que empresas locais importam dezenas de toneladas de farinha de alfarroba anualmente, a professora Katia Christina Zuffellato Ribas e seu orientando de doutorado, Leandro Porto Latoh, resolveram importar sementes de alfarrobeira, com fins de pesquisa acad\u00eamica, para a produ\u00e7\u00e3o de mudas dessa esp\u00e9cie no Brasil. A tese de doutorado que Latoh est\u00e1 desenvolvendo viabilizou o processo, desde os tr\u00e2mites legais at\u00e9 os experimentos pr\u00e1ticos.<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #000000;\">As mudas est\u00e3o sendo cultivadas em uma \u00e1rea ao ar livre do Laborat\u00f3rio de Micropropaga\u00e7\u00e3o Vegetal (LMV) do Departamento de Bot\u00e2nica da UFPR, em Curitiba (PR). <\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"color: #000000;\">J\u00e1 foram produzidas pouco mais de 1,6 mil mudas, a maior parte delas usadas em an\u00e1lises bioqu\u00edmicas. Aproximadamente 400 mudas s\u00e3o cultivadas a cada tr\u00eas meses ao longo dos experimentos.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_22317\" aria-describedby=\"caption-attachment-22317\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/INFO-Alfarroba-m-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-22317\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/INFO-Alfarroba-m-1.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"725\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-22317\" class=\"wp-caption-text\">(Clique para ampliar)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">At\u00e9 chegar a essa etapa, por\u00e9m, foi preciso submeter a proposta aos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos respons\u00e1veis por avaliar a introdu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie ex\u00f3tica no Pa\u00eds. O processo \u00e9 complexo, tendo em vista que \u00e9 preciso precau\u00e7\u00e3o para evitar a contamina\u00e7\u00e3o e a introdu\u00e7\u00e3o de novas pragas e pat\u00f3genos em territ\u00f3rio nacional.<\/span><\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o da alfarrobeira no Brasil, em termos de pesquisa, levou em torno de dois anos, tempo mais longo que o usual, devido \u00e0 pandemia de Covid-19, que ocasionou o bloqueio de fronteiras e demais agentes log\u00edsticos.<\/p>\n<p>Em 2019, os pesquisadores conseguiram as permiss\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) e da Vigil\u00e2ncia Agropecu\u00e1ria Internacional (Vigiagro) para a importa\u00e7\u00e3o das sementes, que vieram de Portugal, um dos maiores produtores de alfarroba.<\/p>\n<p>As sementes chegaram ao Brasil em 2020 e, ap\u00f3s passarem por uma quarentena no Instituto Agron\u00f4mico de Campinas (IAC), foram liberadas para o in\u00edcio dos experimentos de germina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>T\u00e9cnica permite criar mudas de qualidade para plantio<\/h2>\n<p>Agora, a propaga\u00e7\u00e3o vegetativa da esp\u00e9cie \u2014 t\u00e9cnica que consiste em multiplicar assexuadamente partes do vegetal, originando indiv\u00edduos geralmente id\u00eanticos \u00e0 planta m\u00e3e \u2014 est\u00e1 sendo estudada para que sejam fornecidas mudas de qualidade para futuros plantios.<\/p>\n<p>\u201cEstamos desenvolvendo trabalhos voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos de qualidade&#8221;, explica Katia.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Fazem parte desse conjunto os estudos sobre propaga\u00e7\u00e3o vegetativa das alfarrobeiras via miniestaquia caulinar (veja o infogr\u00e1fico acima) com uso de reguladores vegetais do grupo das auxinas.<\/span><\/p>\n<h5><strong>V\u00cdDEO<\/strong>\u00a0<span style=\"color: #8eaebd;\"><b>|<\/b><\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Aprenda a produzir mudas com a t\u00e9cnica de miniestaquia<\/span><\/h5>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Produ\u00e7\u00e3o de mudas de alfarrobeira por miniestaquia\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lcr3UXhJAok?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Essa \u00e9 uma classe de horm\u00f4nios vegetais que atuam diretamente no crescimento das plantas. Tamb\u00e9m h\u00e1 pesquisas voltadas \u00e0 germina\u00e7\u00e3o de sementes e estudos bioqu\u00edmicos, que ajudam na compreens\u00e3o da fisiologia (funcionamento do organismo) da esp\u00e9cie.<\/span><\/p>\n<blockquote><p>O maior objetivo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um protocolo padr\u00e3o para o desenvolvimento de materiais selecionados, para que futuros produtores possam usufruir dessa cultura, produzindo, a longo prazo, farinha de alfarroba nacional a um menor custo.<\/p><\/blockquote>\n<p>Depois que a esp\u00e9cie \u00e9 homologada pelo Mapa e por outras entidades fiscalizadoras respons\u00e1veis, ela pode ser plantada por qualquer pessoa, em lugares com caracter\u00edsticas e capacidade produtiva para tal.<\/p>\n<p>O processo \u00e9 semelhante ao que ocorreu com outras esp\u00e9cies ex\u00f3ticas, a exemplo do kiwi, da macad\u00e2mia e do eucalipto.<\/p>\n<h2>Ideia \u00e9 que introdu\u00e7\u00e3o da alfarrobeira ajude a popularizar produtos funcionais<\/h2>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 alfarrobeira, no futuro, a ideia \u00e9 comercializar a iniciativa, considerada inovadora dentro da cadeia agr\u00edcola.<\/p>\n<p>\u201cAs maiores vantagens s\u00e3o a redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais da mat\u00e9ria-prima aliment\u00edcia e a abertura de espa\u00e7o de consumo para todas as classes que optem por alimentos funcionais ou que necessitem deles para uma boa nutri\u00e7\u00e3o\u201d, explica Latoh, que considera a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os para a produ\u00e7\u00e3o e o menor custo final para o consumidor os principais benef\u00edcios.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO Brasil \u00e9 um pa\u00eds \u00fanico em termos de variantes ambientais, tipos de produ\u00e7\u00e3o e perfil de produtores. Podemos impactar de forma positiva cooperativas, agricultura familiar, agricultura em larga escala e ind\u00fastrias, buscando a gera\u00e7\u00e3o de empregos e de renda. Mas, acima de tudo, podemos impactar a alimenta\u00e7\u00e3o funcional para uma significativa porcentagem da popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>O processo teve apoio de Cristiane Vieira Helm, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), que, junto com Latoh, testou a farinha de alfarroba na elabora\u00e7\u00e3o de biscoitos.<\/p>\n<p>\u201cA farinha de alfarroba \u00e9 um ingrediente que favorece e marca o sabor de chocolate, conferindo aos produtos uma colora\u00e7\u00e3o caramelo e uma elevada concentra\u00e7\u00e3o de compostos fen\u00f3licos, subst\u00e2ncias que apresentam a\u00e7\u00e3o antioxidante\u201d.<\/p>\n<p>Ela salienta que a concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar na farinha de alfarroba \u00e9 baixa, tornando-a apta para o consumo por indiv\u00edduos diab\u00e9ticos. \u201cN\u00e3o apresenta teobromina, nem cafe\u00edna na composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, diferindo do cacau\u201d.<\/p>\n<p>A tese de doutorado deve ser defendida em 2023. Dados preliminares <a href=\"https:\/\/www.fruticulturaparanaense.com.br\/_files\/ugd\/6ded74_47e13fd65a0544fca5e3a5e7119bb019.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">foram publicados no IV Simp\u00f3sio Paranaense de Fruticultura<\/a>, em novembro.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #cf6766;\">ALFARROBA COMO ALTERNATIVA PARA INTOLERANTES E DIAB\u00c9TICOS<\/span><\/h2>\n<p>H\u00e1 alguns anos, ainda antes da introdu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie no Brasil, a professora Claudia Carneiro Hecke Kruger, do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o da UFPR, realizou estudos de abordagem nutricional envolvendo a farinha da alfarroba.<\/p>\n<p>Ela e seu grupo de pesquisa desenvolveram uma pesquisa pensando na incorpora\u00e7\u00e3o da alfarroba em formula\u00e7\u00f5es fermentadas, para permitir o consumo por intolerantes \u00e0 lactose. O <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0023643816305199?via%3Dihub\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">artigo<\/a> foi publicado em 2017 na revista <em>LWT \u2013 Food Science and Technology<\/em>, da Science Direct, e permitiu verificar que o acr\u00e9scimo do alimento aos iogurtes aumentou os teores de mineiras e fibras dos produtos finais.<\/p>\n<p>Em outro estudo, o grupo mensurou a glicose liberada ao longo do tempo em indiv\u00edduos que consumiram tabletes de alfarroba. O experimento obteve valores de \u00edndice glic\u00eamico inferiores a 50, sendo que em testes que utilizam a glicose como alimento padr\u00e3o, considera-se o \u00edndice glic\u00eamico baixo quando seus valores s\u00e3o menores ou iguais a 55. O resultado final desse trabalho <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/25561145\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">foi publicado na revista\u00a0<em>Nutrici\u00f3n\u00a0Hospitalaria<\/em><\/a>.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cAlimentos com baixo \u00edndice glic\u00eamico promovem uma resposta lenta e gradual nos n\u00edveis de glicose, oferecendo substrato para a flora intestinal, promovendo sensa\u00e7\u00e3o de saciedade e melhoria do controle glic\u00eamico. Dessa forma, podem ser utilizados por indiv\u00edduos diab\u00e9ticos ou em dietas para o controle de peso\u201d, afirma.<\/p><\/blockquote>\n<p>Para a nutricionista, o alto teor de fibras que a farinha de alfarroba apresenta pode contribuir para o baixo \u00edndice glic\u00eamico dos produtos feitos a partir dela.<\/p>\n<p>\u201cA inclus\u00e3o de alimentos ricos em fibras na dieta tem sido associada com a diminui\u00e7\u00e3o do risco de obesidade e de diabetes. A fibra alimentar tamb\u00e9m possui potencial efeito preventivo contra certos tipos de c\u00e2ncer, em particular aqueles que atingem o trato gastrointestinal\u201d.<\/p>\n<p>A farinha de alfarroba ainda possui mineiras como pot\u00e1ssio, c\u00e1lcio, f\u00f3sforo e magn\u00e9sio. Os compostos fen\u00f3licos presentes no produto podem apresentar atividade antioxidante, anti-inflamat\u00f3ria, antimicrobiana e anticarcinog\u00eanica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BOLETIM UFPR | Alfarroba: substituto do cacau ganha terras brasileiras O Brasil \u00e9 o pa\u00eds com a maior diversidade de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2805,"featured_media":22225,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1619,1622,2186,1606,1,1610,1604],"tags":[2076,1654,2176,2170,2171,2172,2174,1904,2175,2173,1748],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Estudo permite produ\u00e7\u00e3o das primeiras mudas de alfarroba do Brasil - Ci\u00eancia UFPR<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Necessidade de produtores paranaenses motivou pesquisa que introduziu no Pa\u00eds a \u00e1rvore, cujo fruto \u00e9 usado na ind\u00fastria aliment\u00edcia.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/estudo-permite-producao-das-primeiras-mudas-de-alfarroba-do-brasil\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Estudo permite produ\u00e7\u00e3o das primeiras mudas de alfarroba do Brasil - 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