{"id":19232,"date":"2017-12-23T13:32:57","date_gmt":"2017-12-23T15:32:57","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=19232"},"modified":"2022-02-07T20:01:34","modified_gmt":"2022-02-07T23:01:34","slug":"levantamento-de-especies-de-formigas-revela-biodiversidade-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/levantamento-de-especies-de-formigas-revela-biodiversidade-do-parana\/","title":{"rendered":"Levantamento de esp\u00e9cies de formigas revela biodiversidade do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Perto de 80 mil indiv\u00edduos, pertencentes a cerca de 200 g\u00eaneros e mais de mil esp\u00e9cies diferentes, repousam nas 120 gavetas que comp\u00f5em a cole\u00e7\u00e3o de formigas do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR). H\u00e1 quatro anos, eram apenas quatro gavetas, com n\u00e3o mais do que mil indiv\u00edduos.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>Sens\u00edveis a perturba\u00e7\u00f5es ambientais, as formigas s\u00e3o importantes bioindicadores, que podem ser usados para entender a conserva\u00e7\u00e3o do ecossistema<\/p><\/blockquote>\n<p>A expans\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das facetas de um projeto ambicioso que vem sendo desenvolvido na universidade: elaborar uma lista completa das esp\u00e9cies de formigas que ocorrem na regi\u00e3o dos Campos Gerais paranaenses, preenchendo assim uma lacuna no conhecimento sobre a fauna do Estado, e fornecendo dados at\u00e9 agora desconhecidos pelos mirmec\u00f3logos.<\/p>\n<p>O trabalho ainda est\u00e1 longe de ser conclu\u00eddo, mas apresenta resultados concretos. At\u00e9 agora, foram reconhecidas pelo menos 40 esp\u00e9cies que a literatura ainda n\u00e3o mencionava como presentes no Paran\u00e1. Mais do que isso: 26 esp\u00e9cies s\u00e3o novas para a ci\u00eancia, ou seja, ainda n\u00e3o haviam sido catalogadas.<\/p>\n<p>\u201cAo final, deveremos pelo menos dobrar o n\u00famero de esp\u00e9cies de formigas conhecidas no Paran\u00e1, em rela\u00e7\u00e3o ao que se sabia no in\u00edcio da pesquisa, e contribuir para a ci\u00eancia descrevendo dezenas de esp\u00e9cies novas\u201d, afirma o professor e pesquisador Rodrigo Feitosa, que lidera o grupo de pesquisa.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: Montserrat, 'Helvetica Neue', sans-serif;\">Das 40 esp\u00e9cies de formiga que a pesquisa identificou at\u00e9 agora como presentes no Paran\u00e1, 26 eram novas para a ci\u00eancia<\/span><\/p>\n<p>A relev\u00e2ncia do dom\u00ednio do conhecimento sobre as formigas n\u00e3o \u00e9 proporcional ao tamanho desses pequenos seres vivos, que podem medir menos de um mil\u00edmetro e chegar no m\u00e1ximo a seis cent\u00edmetros. Extremamente sens\u00edveis a perturba\u00e7\u00f5es ambientais, as formigas s\u00e3o importantes bioindicadores, que podem ser usados, por exemplo, para infer\u00eancias a respeito do status de conserva\u00e7\u00e3o de um ambiente. A extens\u00e3o de sua presen\u00e7a numa determinada regi\u00e3o pode sofrer altera\u00e7\u00f5es decorrentes de fatores como a incid\u00eancia de luz e calor, a oferta de alimento e o dep\u00f3sito de poluentes no solo ou na vegeta\u00e7\u00e3o \u2013 e, assim, indicar se aquele ambiente est\u00e1 preservado ou sofre degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m disso, as formigas s\u00e3o fundamentais para o equil\u00edbrio das redes tr\u00f3ficas, uma vez que participam de uma s\u00e9rie de intera\u00e7\u00f5es com outros organismos na natureza. Elas cumprem ainda papel importante na ciclagem de nutrientes no solo \u2013 ao revolver a terra para construir seus ninhos \u2013 e na dispers\u00e3o de sementes de plantas.<\/p>\n<h2>Heterogeneidade de ambientes explica expectativa sobre novas esp\u00e9cies paranaenses<\/h2>\n<p>Cientistas estimam que apenas dois ter\u00e7os das esp\u00e9cies de formigas existentes no planeta Terra estejam descritas at\u00e9 agora. S\u00e3o 14 mil esp\u00e9cies, e haveria em torno de 7 mil ainda por classificar e descrever. Das esp\u00e9cies catalogadas, cerca de 20% ocorrem no Brasil \u2013 uma incid\u00eancia explicada pela riqueza da biodiversidade do Pa\u00eds, cujas dimens\u00f5es continentais permitem abarcar diferentes faixas de temperatura e umidade.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>&#8220;S\u00e3o poucos os estudos sobre animais invertebrados que ocorrem no Estado. Sobre as formigas, particularmente, o conhecimento era praticamente nulo\u201d<br \/>\n<cite><\/cite><\/p>\n<footer><cite>Rodrigo Feitosa, professor do Departamento de Zoologia e l\u00edder do grupo de pesquisa<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>Ao come\u00e7ar seus estudos de taxonomia, o professor Rodrigo Feitosa surpreendeu-se ao constatar qu\u00e3o escassos eram os estudos sobre ocorr\u00eancia de formigas no Paran\u00e1. \u201cO Paran\u00e1 \u00e9 um dos estados com maior heterogeneidade de ambientes no Sul\/Sudeste. S\u00f3 perde para Minas Gerais. Ainda assim, s\u00e3o poucos os estudos sobre animais invertebrados que ocorrem no Estado. Sobre as formigas, particularmente, o conhecimento era praticamente nulo\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ao ingressar como docente na UFPR, em 2012, Feitosa se disp\u00f4s a mudar esse cen\u00e1rio. Mestre e doutor em Entomologia pela USP, especializado em taxonomia de formigas, ele trouxe a experi\u00eancia acumulada no Museu de Zoologia da institui\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/mz.usp.br\/laboratorios\/hymenoptera\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">que abriga a maior cole\u00e7\u00e3o de formigas da Am\u00e9rica Latina<\/a>.<\/p>\n<p>Feitosa come\u00e7ou pedindo doa\u00e7\u00f5es de exemplares de formigas a colegas pesquisadores de outras institui\u00e7\u00f5es, para refor\u00e7ar a cole\u00e7\u00e3o da universidade, de maneira a ampliar as refer\u00eancias dispon\u00edveis para o trabalho de pesquisa que pretendia realizar. Ao mesmo tempo, passou a direcionar estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o para a coleta de formigas.<\/p>\n<p>Em 2014, o CNPq aprovou financiamento para o projeto Formigas dos Campos Gerais Paranaenses, dando impulso \u00e0 pesquisa no Laborat\u00f3rio de Sistem\u00e1tica e Biologia de Formigas (FeitosaLab), que conta com o suporte de outra unidade da UFPR, o Laborat\u00f3rio de Din\u00e2mica Evolutiva e Sistemas Complexos (Pielab).<\/p>\n<p>A etapa do trabalho de campo terminou em janeiro. Pesquisadores de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o percorreram trechos do Parque Estadual do Cerrado, em Jaguaria\u00edva; do Parque Estadual do Guartel\u00e1, em Tibagi; do Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa; e do Ref\u00fagio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas. Centenas de milhares de indiv\u00edduos foram capturados em armadilhas montadas com copos descart\u00e1veis e uma solu\u00e7\u00e3o com \u00e1gua e detergente. As armadilhas foram instaladas seguindo um protocolo padr\u00e3o, a fim de garantir compara\u00e7\u00f5es com dados coletados em outras regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>Agora, a equipe do laborat\u00f3rio de Feitosa dedica-se \u00e0 tarefa mais dif\u00edcil: classificar e descrever cada indiv\u00edduo capturado. Essa etapa come\u00e7a com uma triagem que separa as formigas de outros insetos apanhados nas armadilhas. Depois, vem a morfoespecia\u00e7\u00e3o, um procedimento feito sob a lupa eletr\u00f4nica para separar grupos de esp\u00e9cies. S\u00e3o selecionados de dois a tr\u00eas indiv\u00edduos de cada esp\u00e9cie para montagem na cole\u00e7\u00e3o, cada um com um r\u00f3tulo que o identifica.<\/p>\n<p>O processo de identifica\u00e7\u00e3o das formigas \u00e9 minucioso. Os pesquisadores utilizam chaves de identifica\u00e7\u00e3o \u2013 roteiros baseados em caracter\u00edsticas de cada g\u00eanero e esp\u00e9cie \u2013 e compara\u00e7\u00f5es diretas com fotografias, bancos de dados on-line e exemplares dispon\u00edveis na cole\u00e7\u00e3o da UFPR.<\/p>\n<h2>An\u00e1lises morfol\u00f3gicas e gen\u00e9ticas confirmam esp\u00e9cies<\/h2>\n<p>O trabalho \u00e9 dividido em v\u00e1rias linhas, que se tornam objeto de projetos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mestrado e doutorado. De uma dessas frentes sair\u00e1 em breve a publica\u00e7\u00e3o da primeira lista de esp\u00e9cies de formigas do Paran\u00e1 \u2013 resultado de um levantamento feito pela bi\u00f3loga Juliana Calixto como projeto de mestrado. A pesquisadora abordou o tema ainda na gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, com a monografia &#8220;<a href=\"https:\/\/acervodigital.ufpr.br\/handle\/1884\/34871\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Lista preliminar das esp\u00e9cies de formigas (Hymenoptera: Formicidae) do estado do Paran\u00e1<\/a>&#8220;.<\/p>\n<p>Juliana, que est\u00e1 de mudan\u00e7a para os Estados Unidos, onde far\u00e1 o doutorado na Universidade do Estado do Arizona, elaborou a lista com base num levantamento bibliogr\u00e1fico, associado \u00e0s novas informa\u00e7\u00f5es coletadas pelo grupo de pesquisa de Feitosa.\u00a0Desde 2012, pesquisadores do grupo j\u00e1 publicaram 46 artigos cient\u00edficos, tr\u00eas livros, dez cap\u00edtulos de livros e oito monografias e disserta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O mestrando em Entomologia Alexandre Ferreira pesquisa o g\u00eanero de formigas <em>Pheidole<\/em>, que \u00e9 um dos maiores em n\u00famero de indiv\u00edduos. S\u00e3o mais de mil esp\u00e9cies descritas, das quais 630 ocorrem nas Am\u00e9ricas. Alexandre j\u00e1 catalogou 17 esp\u00e9cies novas para a ci\u00eancia. \u201c\u00c9 um trabalho confuso no in\u00edcio e que exige conhecimento taxon\u00f4mico do g\u00eanero. Meu esfor\u00e7o \u00e9 para deixar um estudo bastante aprofundado para o Paran\u00e1\u201d, afirma Alexandre.<\/p>\n<p>A doutoranda Gabriela Proc\u00f3pio Camacho trabalha com taxonomia e sistem\u00e1tica do g\u00eanero <em>Gnamptogenys<\/em>, formigas pequenas e relativamente pouco conhecidas, que no Brasil podem ser encontradas em ambientes diversos \u2013 de \u00e1reas abertas de cerrado e caatinga a florestas como a Mata Atl\u00e2ntica e a Amaz\u00f4nia. Seu foco \u00e9 descobrir e descrever esp\u00e9cies e as rela\u00e7\u00f5es entre elas.<\/p>\n<p>\u201cA ci\u00eancia ainda sabe muito pouco sobre a biologia desse g\u00eanero. Ainda n\u00e3o sabemos, por exemplo, qual a principal fonte de alimento dessas formigas nem como elas constroem seus ninhos\u201d, afirma Gabriela.<\/p>\n<p>O trabalho da doutoranda utiliza uma combina\u00e7\u00e3o de morfologia com dados como a biologia molecular. \u201cA primeira fase \u00e9 a an\u00e1lise morfol\u00f3gica. Depois, separamos indiv\u00edduos que podem ser estudados molecularmente para o sequenciamento de DNA\u201d, explica. Ela j\u00e1 concluiu o sequenciamento de pelo menos 80 esp\u00e9cies, das quais apenas uma estava dispon\u00edvel anteriormente no GenBank \u2013 um banco de dados colaborativo que abriga sequ\u00eancias gen\u00e9ticas de aproximadamente 260 mil esp\u00e9cies. Gabriela encontrou at\u00e9 agora quatro novas esp\u00e9cies de formigas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um g\u00eanero com morfologia muito diversa e at\u00e9 o fim do trabalho a gente espera entender quais esp\u00e9cies comp\u00f5em o g\u00eanero, como se delimitam, se h\u00e1 mais esp\u00e9cies do que se imaginava conhecer, ou at\u00e9 mesmo se esse g\u00eanero \u00e9 apenas um, ou se existe mais um g\u00eanero dentro dele\u201d, resume Gabriela.<\/p>\n<h2>Objetivo final \u00e9 ajudar a fundamentar pol\u00edticas p\u00fablicas de preserva\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>De acordo com o professor Rodrigo Feitosa, todas essas frentes de trabalho comp\u00f5em por enquanto um painel fragmentado. \u201cO passo final ser\u00e1 juntar tudo, o que nos dar\u00e1 informa\u00e7\u00f5es valiosas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Na esfera local, diz Feitosa, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 fornecer \u00e0s ag\u00eancias ambientais subs\u00eddios para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de conserva\u00e7\u00e3o. \u201cUma esp\u00e9cie nunca est\u00e1 sozinha num ambiente. Ela \u00e9 um elo numa cadeia de intera\u00e7\u00f5es. Assim, preservar uma esp\u00e9cie \u00e9 preservar toda uma cadeia. E s\u00f3 se pode preservar o que se conhece. Da\u00ed a import\u00e2ncia de conhecer a fauna e a diversidade de um ambiente, como indicadores de qu\u00e3o amea\u00e7ado ele est\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m disso, o grupo do Laborat\u00f3rio de Sistem\u00e1tica e Biologia de Formigas da UFPR quer dar sua contribui\u00e7\u00e3o para a Mirmecologia, como explica Feitosa. \u201cTrabalhamos para preencher uma lacuna de conhecimento a respeito da variedade de formigas no Paran\u00e1. Mas formigas n\u00e3o conhecem fronteiras geopol\u00edticas. Ent\u00e3o, na verdade estamos focados em formigas. Queremos dar nossa contribui\u00e7\u00e3o para responder \u00e0 quest\u00e3o: quais s\u00e3o, onde est\u00e3o e como se distribuem as formigas no mundo\u201d.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #cf6766;\">UMA FAM\u00cdLIA NUMEROSA E COMPLEXA<\/span><\/h3>\n<p>Ao lado dos cupins, as formigas s\u00e3o o grupo de insetos mais abundante no planeta \u2013 estima-se que, juntos, representem cerca de 2% do total de esp\u00e9cies de insetos descritas, o que significa algo em torno de 26 mil esp\u00e9cies. Numa floresta tropical, eles podem representar 75% da biomassa, ou seja, do peso corporal somado de todos os indiv\u00edduos que ali vivem.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>Formigas podem representar 75% da soma do peso corporal dos indiv\u00edduos de uma floresta tropical<\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m da abund\u00e2ncia, formigas e cupins t\u00eam em comum o fato de serem insetos sociais. Pertencentes \u00e0 fam\u00edlia <em>Formicidae<\/em>, as formigas vivem em sociedades organizadas e complexas. Dividem o trabalho nas col\u00f4nias por crit\u00e9rios reprodutivos (h\u00e1 uma casta de reprodutores formada pelos machos e rainhas, e uma casta est\u00e9ril, formada pelas oper\u00e1rias) e, em alguns grupos, por atividade: enquanto um grupo cuida da manuten\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia \u2013 cuidando da prole e buscando alimento, por exemplo \u2013, outro grupo dedica-se \u00e0 defesa.<\/p>\n<p>As col\u00f4nias s\u00e3o baseadas no sexo feminino. Os machos surgem apenas no per\u00edodo reprodutivo e morrem logo ap\u00f3s o acasalamento.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa sobre formigas \u00e9 apaixonante\u201d, afirma o professor Rodrigo Feitosa. Ao lado de dois outros pesquisadores da \u00e1rea \u2013 os ec\u00f3logos Fernando Schmidt, da Universidade Federal do Acre, e Carla Ribas, da Universidade Federal de Lavras (MG) \u2013, ele organizada desde 2012 o curso Formigas do Brasil, voltado para estudantes de gradua\u00e7\u00e3o, p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e profissionais interessados em Mirmecologia. Os participantes aprendem a identificar subfam\u00edlias, g\u00eaneros e esp\u00e9cies, t\u00eam contato com m\u00e9todos de coleta e informa\u00e7\u00f5es sobre a import\u00e2ncia das formigas.<\/p>\n<p>O curso teve tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora e a pr\u00f3xima est\u00e1 prevista para 2018, no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #cf6766;\">UFPR ORGANIZA XXIII SIMP\u00d3SIO DE MIRMECOLOGIA<\/span><\/h3>\n<p>Curitiba vai sediar, de 23 a 27 de outubro, o XXIII Simp\u00f3sio de Mirmecologia, que dever\u00e1 reunir especialistas brasileiros e estrangeiros em insetos sociais, especialmente formigas. \u00c9 a primeira vez que o evento acontece na capital do Paran\u00e1. A expectativa \u00e9 que ele contribua para consolidar o Brasil como polo de pesquisa e desenvolvimento na \u00e1rea de Mirmecologia, e de maneira mais geral, da \u00e1rea de ecologia e conserva\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Cerca de 400 participantes s\u00e3o esperados para o simp\u00f3sio, que, entre outros objetivos, pretende integrar as v\u00e1rias \u00e1reas do conhecimento cient\u00edfico que contribuem para o avan\u00e7o do estudo da biologia de insetos sociais, fomentar o interc\u00e2mbio de conhecimentos entre pesquisadores de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds e tamb\u00e9m de outros pa\u00edses e estimular o estabelecimento de parcerias t\u00e9cnico-cient\u00edficas e de arranjos multi-institucionais de pesquisa, pelo contato direto entre os pesquisadores.<\/p>\n<p>O simp\u00f3sio acontecer\u00e1 no Setor de Ci\u00eancias Sociais Aplicadas da UFPR. Al\u00e9m da universidade, participam da organiza\u00e7\u00e3o a Embrapa Florestas e a Sociedade Brasileira de Entomologia.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">\ud83d\udcd6 Publicado originalmente na Revista Ci\u00eancia UFPR (V. 2, n\u00ba 3, 2017).<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perto de 80 mil indiv\u00edduos, pertencentes a cerca de 200 g\u00eaneros e mais de mil esp\u00e9cies diferentes, repousam nas 120&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2806,"featured_media":19268,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1608,1,1684],"tags":[1855,1669,1887,1886,1852,1665],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Levantamento de esp\u00e9cies de formigas revela biodiversidade do Paran\u00e1 - 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