{"id":18823,"date":"2018-12-23T23:26:47","date_gmt":"2018-12-24T01:26:47","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=18823"},"modified":"2021-01-15T17:52:53","modified_gmt":"2021-01-15T20:52:53","slug":"mocambique-e-os-processos-de-descolonizacao-dos-paises-do-sul-da-africa-eric-morier-genoud","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/mocambique-e-os-processos-de-descolonizacao-dos-paises-do-sul-da-africa-eric-morier-genoud\/","title":{"rendered":"Mo\u00e7ambique e os processos de descoloniza\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses do sul da \u00c1frica | Eric Morier-Genoud"},"content":{"rendered":"<p>O professor Eric Morier-Genoud se destaca por seus trabalhos em hist\u00f3ria da pol\u00edtica, religi\u00e3o e resolu\u00e7\u00e3o de conflitos de pa\u00edses do sul da \u00c1frica, com foco especial em Mo\u00e7ambique. Sua \u00faltima obra, escrita em colabora\u00e7\u00e3o com o cientista pol\u00edtico mo\u00e7ambicano Domingos M. do Ros\u00e1rio e com o historiador franc\u00eas Michel Cahen, recentemente lan\u00e7ada, trata em detalhes da guerra civil que eclode nesse pa\u00eds em meados da d\u00e9cada de 70 e dura at\u00e9 1992.<br \/>\nCom interesse diversificado, o professor vem estudando temas como o nacionalismo, a religi\u00e3o e o processo de descoloniza\u00e7\u00e3o africanos, com especial interesse por pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa. Convidado para oferecer um curso ao Departamento de Antropologia da UFPR, conversamos com o professor sobre seus estudos e temas relacionados.<\/p>\n<p><strong>Poderia falar um pouco sobre Mo\u00e7ambique, pa\u00eds foco de algumas de suas pesquisas?<\/strong><\/p>\n<p>Mo\u00e7ambique \u00e9 um pa\u00eds africano t\u00edpico e at\u00edpico ao mesmo tempo. T\u00edpico porque faz parte deste continente rico, din\u00e2mico e fascinante, com uma hist\u00f3ria complexa e um presente cheio de problemas e oportunidades. O pa\u00eds \u00e9 at\u00edpico na medida que faz parte da \u00c1frica austral com um passado colonial portugu\u00eas. Sofreu muitos anos de guerra, colonial e civil, e, paradoxalmente, tem hoje uma sociedade bastante aberta, em particular em rela\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es de ra\u00e7as e de religi\u00e3o. Em termos acad\u00eamicos, \u00e9 um pa\u00eds onde se faz pesquisa sem grande dificuldade e onde h\u00e1 um meio intelectual vibrante com debates vivos e construtivos.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>\u201c[A \u00c1frica \u00e9 um] continente rico, din\u00e2mico e fascinante, com uma hist\u00f3ria complexa e um presente cheio de problemas e oportunidades\u201d<\/p>\n<footer><cite>Eric Morier-Genoud<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Algumas ex-col\u00f4nias portuguesas tiveram processos complicados de liberta\u00e7\u00e3o, seguindo conflitos internos, quais os motivos disso?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que a descoloniza\u00e7\u00e3o portuguesa n\u00e3o foi seguida por anos de paz nos dois maiores pa\u00edses sa\u00eddos do Terceiro imp\u00e9rio portugu\u00eas, isso \u00e9 Angola e Mo\u00e7ambique. Ao mesmo tempo, n\u00e3o houve conflitos na Guin\u00e9-Bissau, em Cabo Verde e em S\u00e3o Tome e Pr\u00edncipe ap\u00f3s a independ\u00eancia. As causas das guerras civis que seguiram a independ\u00eancia em 1975 em Angola e Mo\u00e7ambique s\u00e3o complexas. H\u00e1 a quest\u00e3o da problem\u00e1tica descoloniza\u00e7\u00e3o portuguesa. Houve tamb\u00e9m, no caso de Angola, as divis\u00f5es profundas do nacionalismo angolano (MPLA, FNLA e UNITA) e, logo em 1975, a quest\u00e3o da guerra fria que se sobrep\u00f4s e inflamou o conflito local \u2013 intervieram desde 1975 tanto Cuba como a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, os Estados Unidos e a \u00c1frica do Sul. No que diz respeito a Mo\u00e7ambique, houve divis\u00f5es dentro das tend\u00eancias nacionalistas tamb\u00e9m, sobre as quais n\u00e3o se sobrep\u00f4s tanto a guerra fria, mas lutas regionais para as quais os regimes racistas da Rod\u00e9sia e \u00c1frica do Sul decidiram fomentar uma guerra civil para enfraquecer, sen\u00e3o derrubar, um regime africano socialista vizinho, que era o regime mo\u00e7ambicano.<\/p>\n<p><strong>Como o professor caracterizaria a rela\u00e7\u00e3o Europa-\u00c1frica na atualidade? Portugal mant\u00e9m influ\u00eancia em suas ex-col\u00f4nias?<\/strong><\/p>\n<p>A Europa continua envolvida com a \u00c1frica por interesses econ\u00f4micos, pol\u00edticos e culturais. Portugal, mais especificamente, faz grandes esfor\u00e7os para manter boas rela\u00e7\u00f5es com as suas antigas col\u00f4nias. Nos \u00faltimos anos, Angola e Mo\u00e7ambique tiveram um crescimento econ\u00f4mico muito forte, o que levou a uma nova migra\u00e7\u00e3o de portugueses para a \u00c1frica assim como investimentos angolanos importantes em Portugal, numa revers\u00e3o de din\u00e2micas econ\u00f4micas, sociais e culturais, o que levou a muitos coment\u00e1rios e debates nos jornais e na sociedade portuguesa. Nestes \u00faltimos dez anos, a China veio tamb\u00e9m a ser um dos maiores investidores na \u00c1frica, acrescendo autonomia aos pa\u00edses africanos. Esta cruzada de din\u00e2micas est\u00e1 a transformar as rela\u00e7\u00f5es entre Portugal, a Europa e \u00c1frica de maneira importante.<\/p>\n<p><strong>Havia muitas diferen\u00e7as entre o modo de domina\u00e7\u00e3o colonial portugu\u00eas e brit\u00e2nico?<\/strong><\/p>\n<p>De fato, existiu bastante diferen\u00e7as entre o modo de domina\u00e7\u00e3o colonial brit\u00e2nico e portugu\u00eas. H\u00e1 diferen\u00e7as de meios, de religi\u00e3o, e de dura\u00e7\u00e3o, entre outras. A descoloniza\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica aconteceu muito mais cedo; o governo brit\u00e2nico tinha mais meios para desenvolver as suas col\u00f4nias, e a ideologia religiosa e pol\u00edtica era bastante diferente, entre um liberalismo e o protestantismo brit\u00e2nico, por um lado, e uma ditadura e o catolicismo portugu\u00eas, por outro. Ao mesmo tempo, estes colonialismos eram vizinhos e havia bastante influ\u00eancias, migra\u00e7\u00f5es e tr\u00e1ficos atrav\u00e9s das fronteiras. Os nacionalismos africanos mo\u00e7ambicanos e angolano desenvolveram-se em territ\u00f3rios brit\u00e2nicos e depois ex-brit\u00e2nicos. Hoje em dia, sente-se ainda estas diferen\u00e7as hist\u00f3ricas e culturais, mas ao mesmo tempo h\u00e1 semelhan\u00e7as apesar das fronteiras. Por exemplo, sente-se uma homologia e colabora\u00e7\u00e3o pol\u00edtica forte na \u00c1frica austral entre os regimes que travaram guerras de liberta\u00e7\u00e3o (\u00c1frica do Sul, Nam\u00edbia, Angola, Mo\u00e7ambique, Zimb\u00e1bue, e Tanz\u00e2nia). Portanto a este n\u00edvel (e outros n\u00edveis) as diferen\u00e7as no modo de domina\u00e7\u00e3o colonial j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam relev\u00e2ncia.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>\u201cNestes \u00faltimos dez anos, a China veio tamb\u00e9m a ser um dos maiores investidores na \u00c1frica, acrescendo autonomia aos pa\u00edses africanos\u201d<\/p>\n<footer><cite> Eric Morier-Genoud<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Qual era a din\u00e2mica africana antes do per\u00edodo colonial?<\/strong><\/p>\n<p>A historia da \u00c1frica antes do per\u00edodo colonial \u00e9 relativamente pouco estudada nos pa\u00edses africanos de l\u00edngua oficial portuguesa. H\u00e1 estudos sobre escravatura, estudos sobre resist\u00eancia ao colonialismo, e pouco mais. A dificuldade durante muito tempo foi que a hist\u00f3ria pr\u00e9-colonial era tamb\u00e9m pr\u00e9-nacional, por isso menos importante do que a hist\u00f3ria nacional emergente, na qual dificilmente se enquadrava. Hoje em dia, talvez haja mais apetite para este tipo de hist\u00f3ria, na medida que as hist\u00f3rias nacionais s\u00e3o agora bem desenvolvidas e dominantes e que a nova moda privilegia an\u00e1lises transfronteiri\u00e7as, transnacionais, e globais. O meu pr\u00f3ximo projeto \u00e9 publicar o di\u00e1rio de um mission\u00e1rio su\u00ed\u00e7o que passou tr\u00eas anos com o imperador Gungunhane at\u00e9 a conquista e pris\u00e3o dele pelos portugueses (em 1895). H\u00e1 muito interesse pela pessoa do Gungunhane hoje em dia, em particular na literatura. Mia Couto, o famoso escritor mo\u00e7ambicano, fez um romance de tr\u00eas volumes sobre Gungunhane e o autor mo\u00e7ambicano Ungulani Ba Ka Khosa acaba de publicar um segundo romance sobre o imperador. O imp\u00e9rio de Gaza era massivo e as suas \u00faltimas guerras chegaram a envolver at\u00e9 40.000 soldados. Penso que este tipo de estudos sobre o per\u00edodo pr\u00e9-colonial \u00e9 muito necess\u00e1rio hoje, e creio que o n\u00famero deste tipo de estudos vai aumentar nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 algum paralelo a se tra\u00e7ar entre o colonialismo portugu\u00eas na \u00c1frica e no Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 paralelos e diferen\u00e7as importantes entre a \u00c1frica de l\u00edn\u00ad\u00adgua portuguesa e o Brasil. As semelhan\u00e7as t\u00eam a ver com o imp\u00e9rio portugu\u00eas, a m\u00fatua experi\u00eancia da coloniza\u00e7\u00e3o e a escravatura, entre outros elementos. As diferen\u00e7as t\u00eam a ver com o per\u00edodo de coloniza\u00e7\u00e3o e descoloniza\u00e7\u00e3o (2\u00ba vs 3\u00ba imp\u00e9rio portugu\u00eas), a natureza da descoloniza\u00e7\u00e3o (descoloniza\u00e7\u00e3o de colonos, no caso de Brasil), e a posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a escravatura, africanos foram tirados da \u00c1frica e enviados violentamente para o Brasil. Nesta medida, a compara\u00e7\u00e3o entre o Brasil e a \u00c1frica \u00e9 mais uma compara\u00e7\u00e3o de contrastes do que de similitudes. Uma compara\u00e7\u00e3o do que foi aqui mas n\u00e3o aconteceu l\u00e1, uma compara\u00e7\u00e3o do que que podia ter sido aqui e n\u00e3o l\u00e1, uma compara\u00e7\u00e3o do que \u00e9 diferente entre um territ\u00f3rio e o outro, etc. Tal compara\u00e7\u00e3o abre horizontes e leva o investigador a fazer novas perguntas, pensar mais amplamente e mais comparativamente. \u00c9 uma experi\u00eancia muito enriquecedora e muito estimulante, do g\u00eanero que o pesquisador muitas vezes n\u00e3o faz, preferindo comparar coisas similares.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>\u201cO portugu\u00eas \u00e9 a quinta l\u00edngua mais falada no mundo, portanto \u00e9 potencialmente a base para uma comunidade de peso na cena mundial\u201d<\/p>\n<footer><cite>Eric Morier-Genoud<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Qual a potencialidade e como o professor caracterizaria as rela\u00e7\u00f5es entre Brasil e os pa\u00edses africanos de l\u00edngua portuguesa?<\/strong><\/p>\n<p>As rela\u00e7\u00f5es entre Brasil e as antigas col\u00f4nias portuguesas tiveram altos e baixos. Nos \u00faltimos vinte anos, houve um crescimento significativo. Em 1996, o Brasil foi membro fundador da Comunidade dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa (CPLP). Houve, consequentemente, maiores rela\u00e7\u00f5es, sejam elas pol\u00edticas, econ\u00f4micas, culturais ou religiosas. Muitos estudantes africanos vieram fazer mestrados ou doutoramentos no Brasil e v\u00e1rias igrejas brasileiras expandiram-se na \u00c1frica. Houve o desenvolvimento e a celebra\u00e7\u00e3o de uma coopera\u00e7\u00e3o sul-sul. H\u00e1 espa\u00e7o para um crescimento maior destas rela\u00e7\u00f5es e um refor\u00e7o tanto do Brasil como dos pa\u00edses africanos por meio delas. O portugu\u00eas \u00e9 a quinta l\u00edngua mais falada no mundo, portanto, \u00e9 potencialmente a base para uma comunidade de peso na cena mundial. De outro lado, a presente recess\u00e3o econ\u00f4mica no Brasil e nos pa\u00edses africanos traz o risco de quebrar esta crescente din\u00e2mica sul-sul, do internacionalismo brasileiro para com a \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>Parece haver um crescente interesse pela \u00c1frica nos \u00faltimos anos no Brasil, a sua recep\u00e7\u00e3o por aqui tem confirmado isto? Quais s\u00e3o os principais interesses?<\/strong><\/p>\n<p>Tem confirmado, sim. Os \u00faltimos anos foram de muito desenvolvimento tanto institucional como individual em rela\u00e7\u00e3o a \u00c1frica. No curso que ministrei na UFPR, houve inscritos de v\u00e1rios lugares do Brasil. Noto tamb\u00e9m um n\u00famero crescente de professores de estudos africanos no Brasil e um crescimento da qualidade da pesquisa feita. H\u00e1 liga\u00e7\u00f5es fortes com o continente e, quando olho para a revistas brasileira de estudos africanos, noto n\u00e3o s\u00f3 alta qualidade, mas tamb\u00e9m um forte envolvimento de acad\u00eamicos africanos o que n\u00e3o acontece na mesma quantidade no mundo brit\u00e2nico. O Brasil est\u00e1 se tornando um polo muito importante de estudos africanos.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">\ud83d\udcd6 Publicado originalmente na edi\u00e7\u00e3o 4, ano 3, da Revista Ci\u00eancia UFPR (2018).<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O professor Eric Morier-Genoud se destaca por seus trabalhos em hist\u00f3ria da pol\u00edtica, religi\u00e3o e resolu\u00e7\u00e3o de conflitos de pa\u00edses&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2799,"featured_media":18834,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1614,1128],"tags":[1851,1850],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Mo\u00e7ambique e os processos de descoloniza\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses do sul da \u00c1frica | Eric Morier-Genoud - 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