{"id":18399,"date":"2019-11-22T14:41:25","date_gmt":"2019-11-22T17:41:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=18399"},"modified":"2022-04-28T17:20:35","modified_gmt":"2022-04-28T20:20:35","slug":"versos-imortais-a-obra-de-william-shakespeare-para-quem-quiser-conhece-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/versos-imortais-a-obra-de-william-shakespeare-para-quem-quiser-conhece-la\/","title":{"rendered":"Versos imortais: a obra de William Shakespeare para quem quiser conhec\u00ea-la"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Diogo Vilela   Hamlet\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tX9qogdvYgQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&#8220;Enquanto houver viventes nesta lida, h\u00e1 de viver meu verso e te dar vida\u201d. As palavras foram escritas por William Shakespeare em um de seus 154 sonetos na Inglaterra de 1593. A promessa se cumpre at\u00e9 hoje. Os versos do autor, poeta e dramaturgo ingl\u00eas continuam vivos 403 anos ap\u00f3s sua morte, em 1616. O amor de Romeu e Julieta, a vingan\u00e7a de Hamlet, as perdas de Rei Lear e as tramas de outros personagens das 38 pe\u00e7as shakespearianas ecoam no teatro, no cinema, na literatura e na mem\u00f3ria de pessoas ao redor do mundo.<\/p>\n<p>Apesar de ter publicado suas obras no final do s\u00e9culo 16 e in\u00edcio do 17, foi no s\u00e9culo 18 que o primeiro filho sobrevivente de John e Mary Shakespeare se tornou o que conhecemos hoje \u2013 o Bardo cujo legado transcende l\u00ednguas. \u00c9 o que mostra uma pesquisa em torno da obra de William Shakespeare desenvolvida pela professora Liana de Camargo Le\u00e3o, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (Delem) da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR).<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>Canal no YouTube disponibiliza dezenas de v\u00eddeos com trechos das obras interpretados por atores como Marieta Severo, Fernanda Montenegro e Diogo Vilela<\/p><\/blockquote>\n<p>Os resultados ser\u00e3o disponibilizadas no projeto Shakespeare Digital, que cont\u00e9m outros materiais e v\u00eddeos gravados por artistas e professores da UFPR e de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino nacionais e internacionais. A proposta tamb\u00e9m \u00e9 escrever um livro sobre Shakespeare no s\u00e9culo 18, fazendo um recorte para o olhar brasileiro.<\/p>\n<p>Os v\u00eddeos hoje est\u00e3o dispon\u00edveis em um <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/user\/shakespearedigital\/videos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">canal no YouTube<\/a> com mais de 10 mil inscritos. O canal traz tr\u00eas playlists principais: &#8220;atores interpretam&#8221;, com clipes de interpreta\u00e7\u00f5es de obras; &#8220;professores explicam&#8221;, com estudiosos de literatura inglesa no Brasil e no exterior; e &#8220;extras&#8221;, que inclui material divulgado pela imprensa e eventos, entre outras formas de conte\u00fado.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"FERNANDA MONTENEGRO COMO CLE\u00d3PATRA - Shakespeare 400 anos\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wx14rldfgTc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O objetivo da pesquisa \u00e9 trazer ao conhecimento do p\u00fablico a import\u00e2ncia do s\u00e9culo 18 no mundo da edi\u00e7\u00e3o, da cr\u00edtica liter\u00e1ria, do teatro e da populariza\u00e7\u00e3o de Shakespeare como um nome maior da literatura de l\u00edngua inglesa. Nesse sentido, \u00e9 tra\u00e7ado o contexto cultural e social em que isso ocorre.<\/p>\n<p>A pesquisadora Liana explica que os brasileiros sabem em geral que Shakespeare \u00e9 um grande nome, mas n\u00e3o percebem que houve uma \u00e9poca em que n\u00e3o era, que ele tinha sumido do cen\u00e1rio. \u201c\u00c9 realmente no s\u00e9culo 18 que ele cresce. \u00c9 quando Shakespeare se torna Shakespeare, o momento de canoniza\u00e7\u00e3o do autor. Ent\u00e3o acho que \u00e9 importante conhecer isso, porque voc\u00ea vai entender todos os outros movimentos que v\u00eam depois\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>As adapta\u00e7\u00f5es teatrais contempor\u00e2neas de Shakespeare s\u00e3o exemplo disso. \u201cQuando Gustavo Gasparani adapta Shakespeare para a cultura musical da escola de samba, com Otelo da Mangueira, ele est\u00e1 fazendo algo que os ingleses j\u00e1 propunham no s\u00e9culo 18, tornando Shakespeare seu contempor\u00e2neo\u201d, pontua Liana, que pesquisa Shakespeare h\u00e1 20 anos.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>&#8220;Trazer ao leitor brasileiro essa hist\u00f3ria da canoniza\u00e7\u00e3o de Shakespeare \u00e9 fundamental para se compreender tanto as obras propriamente quanto como para avaliar as montagens teatrais brasileiras\u201d <span style=\"font-family: Cardo, Georgia, Times;\"><span style=\"font-family: Cardo, Georgia, Times;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<footer><cite>Liana Le\u00e3o, professora de literatura inglesa na UFPR e coordenadora do Shakeaspeare Digital<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>A necessidade de seguir o texto shakespeariano ao p\u00e9 da letra \u00e9 algo que surge apenas no final do s\u00e9culo 18 e que se consolida ao longo dos s\u00e9culos 19 e 20. \u201cDesse modo, trazer ao leitor brasileiro essa hist\u00f3ria da canoniza\u00e7\u00e3o de Shakespeare \u00e9 fundamental para se compreender tanto as obras propriamente quanto como avaliar as montagens teatrais brasileiras\u201d, avalia a pesquisadora.<\/p>\n<p>Para Marlene Soares dos Santos, professora em\u00e9rita da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a import\u00e2ncia das pesquisas brasileiras reside no fato de ser o olhar diferenciado com que cada pa\u00eds, com a sua hist\u00f3ria e a sua arte, contempla a obra shakespeariana. Ela explica que toda pesquisa deve ter por objetivo uma \u00e1rea ainda n\u00e3o ou pouco estudada e que a pesquisa da professora Liana n\u00e3o \u00e9 dife\u00adrente.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Gustavo Gasparani -  Ricardo III\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5B6uS0zljUU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u201cPode-\u00adse acrescentar que, em geral, alguns pesquisadores se debru\u00e7am ou sobre o texto teatral ou sobre o teatro shakespeariano, enquanto a pesquisa da professora Liana se concentra na import\u00e2ncia dos dois ao mesmo tempo e no mesmo per\u00edodo\u201d, afirma. Marlene ainda ressalta a import\u00e2ncia do di\u00e1logo entre as universidades. \u201cInfelizmente poucas universidades brasileiras desenvolvem pesquisas sobre Shakespeare e o di\u00e1logo n\u00e3o tem a abrang\u00eancia que poderia\/deveria ter\u201d.<\/p>\n<p>A pesquisa come\u00e7ou a ser desenvolvida em novembro de 2017 e deve seguir at\u00e9 2020. Para chegar aos resultados, est\u00e3o sendo analisadas edi\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo 18, al\u00e9m de publica\u00e7\u00f5es em jornais e material relativo ao mundo do teatro e como as pe\u00e7as chegavam ao palco. Entre as edi\u00e7\u00f5es estudadas destaca-\u00adse a de Nicholas Rowe, de 1709, que escreve a primeira nota biogr\u00e1fica sobre Shakespeare, e a de Samuel Johnson, de 1765. Liana examina os princ\u00edpios gerais de organiza\u00e7\u00e3o, os pref\u00e1cios, os tipos de anota\u00e7\u00f5es e notas no texto, e quais eram as discuss\u00f5es. Para isso, ela foi duas vezes ao The Shakespeare Institute, na Inglaterra, no ano passado.<\/p>\n<h2>Da pesquisa acad\u00eamica ao p\u00fablico de teatro<\/h2>\n<p>Mesmo quem ainda n\u00e3o assistiu ou leu Shakespeare tem a oportunidade de descobrir o autor com acesso gratuito a materiais no site Shakespeare Digital Brasil (www. shakespearedigitalbrasil.com.br), organizado pela professora Liana. O site disponibiliza 69 v\u00eddeos com trechos das pe\u00e7as shakespearianas interpretados por atores como Fernanda Montenegro, Miguel Falabella, Thiago Lacerda, Mait\u00ea Proen\u00e7a, Vera Holtz, Marcello Antony, Diogo Vilela, Cl\u00e1udio Fontana, Gustavo Gasparani, Eduardo Semerjian, Charles Fricks e Veronica Reis. No YouTube, em novembro deste ano, os 92 v\u00eddeos do canal Shakespeare Brasil &#8211; UFPR somavam um total de cerca de 493 mil visualiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos v\u00eddeos, professores e dire\u00adtores de institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais tamb\u00e9m comentam a obra de Shakespeare e o di\u00e1logo com outros escritores, e estudantes realizam trabalhos sobre o autor. As grava\u00e7\u00f5es foram feitas em parceria com a UFPR TV. O p\u00fablico tamb\u00e9m pode acessar um livro, artigos e trechos de livros sobre Shakespeare, al\u00e9m de podcasts e outros materiais sobre o autor. O site organizado pela professora da UFPR tem parceria com o projeto Global Shakespeares, portal do Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Liana conta que durante as pes\u00adquisas sobre Shakespeare na UFPR sentiu necessidade de extrapolar o \u00e2mbito acad\u00eamico e levar o resultado para a sociedade. \u201cEu desenvolvo a pesquisa e depois fa\u00e7o uma esp\u00e9cie de tradu\u00e7\u00e3o numa linguagem sem jarg\u00e3o acad\u00eamico para a comunidade. Quero que a pesquisa chegue de alguma forma para o p\u00fablico em geral\u201d, diz.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"B\u00e1rbara Heliodora - A Evolu\u00e7\u00e3o de Shakespeare\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/e9rs2DgpI98?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Para a professora Patr\u00edcia da Silva Cardoso, do Departamento de Literatura e Lingu\u00edstica da UFPR, o site Shakespeare Brasil Digital possibilita a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso de um p\u00fablico n\u00e3o especializado, n\u00e3o\u00adacad\u00eamico, ao autor e a uma reflex\u00e3o de alta qualidade. \u201cTrata\u00adse de um projeto de grande alcance em pelo menos tr\u00eas frentes: viabilizar o acesso de um vasto p\u00fablico ao universo shakespeariano, promover a integra\u00e7\u00e3o do Brasil no circui to shakespeariano internacional e levar a pesquisa altamente qualificada, como a produzida no meio acad\u00eamico, a um p\u00fablico distante dos bancos universit\u00e1rios\u201d, considera Patr\u00edcia, que tamb\u00e9m participou de grava\u00e7\u00f5es para o site.<\/p>\n<h2>Estudo embasou pe\u00e7as de teatro que ficaram em cartaz no Brasil inteiro<\/h2>\n<p>Do outro lado, no mundo teatral, o ator Gustavo Gasparani concorda com o acesso a Shakespeare possibilitado pelo projeto. \u201cAcho que a discuss\u00e3o \u00e9 acad\u00eamica com v\u00e1rios pa\u00edses, mas chega no art\u00edstico, cultural e social, que t\u00eam acesso a esse conhecimento. Os espet\u00e1culos est\u00e3o sendo atravessados por esse estudo todo, clareando a discuss\u00e3o a respeito das pe\u00e7as\u201d, diz.<br \/>\nDe acordo com a professora Liana, Shakespeare escreveu para um p\u00fablico amplo a partir da observa\u00e7\u00e3o do comportamento humano, ignorando a quest\u00e3o das classes sociais. Assim como Shakespeare, ela pretende levar a obra ao alcance de todos, sem elitizar o autor, confirmando que: \u201cele escreveu uma obra que permaneceu no tempo\u201d.<\/p>\n<p>Gustavo Gasparani j\u00e1 interpretou e escreveu pe\u00e7as adaptadas de Shakespeare em tr\u00eas trabalhos principais que envolvem os personagens Otelo, Iago, Ricardo III e Romeu e Julieta. Para o ator, diretor e produtor do Rio de Janeiro, a pesquisa clareia a obra de Shakespeare e facilita a compreens\u00e3o para o p\u00fablico leigo, que pode desfrutar melhor a obra. \u201cPara os artistas, esse lugar te\u00f3rico auxilia no processo criativo, para montarmos melhor os espet\u00e1culos e desfrutarmos de maneira mais aprofundada. Com essa pesquisa [da professora Liana le\u00e3o], absorvemos melhor a ideia do autor\u201d, diz.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Marieta Severo -  A Tempestade\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/33_3dsL6B7Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O ator acredita que as pe\u00e7as de Shakespeare continuam sendo t\u00e3o montadas no teatro porque trazem conceitos contempor\u00e2neos. \u201cEle fala na \u00e9poca dele, mas todos os personagens t\u00eam os mesmos anseios que temos hoje, 400 anos depois. Shakespeare traz um aprofundamento na pr\u00f3pria exist\u00eancia humana e fala, independentemente da \u00e9poca, da falta de limite entre o bem e o mal\u201d. \u00c9 no s\u00e9culo 18 que s\u00e3o publica\u00addas as primeiras edi\u00e7\u00f5es modernas de Shakespeare, com tamanhos menores. De acordo com Liana, a edi\u00e7\u00e3o de Nicholas Rowe, de 1709, \u00e9 a primeira que cabe na m\u00e3o do leitor, o que faz com que Shakespeare passe a ser lido tamb\u00e9m pelo p\u00fablico. \u201c\u00c9 o in\u00edcio do mundo moderno e a valoriza\u00e7\u00e3o de Shakespeare est\u00e1 no centro desse processo\u201d, conta Liana.<\/p>\n<p>Entre os dramaturgos, William Shakespeare \u00e9 o mais encenado na Inglaterra do s\u00e9culo 18. \u201cSuas pe\u00e7as divertem e alimentam a arte da conversa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o debatidas nos sal\u00f5es mais exclusivos e tamb\u00e9m nas p\u00e1ginas dos jornais e revistas\u201d, relata Liana. Shakespeare \u00e9 tamb\u00e9m o autor mais editado do s\u00e9culo. Um editor reconhecido na \u00e9poca foi Samuel Johnson, que escreveu o primeiro dicion\u00e1rio de l\u00edngua inglesa e preparou as edi\u00e7\u00f5es das obras completas de Shakespeare.<\/p>\n<p>Outro momento importante \u00e9 o \u201cJubileu\u201d que comemora os 200 anos do nascimento do autor em sua cidade natal, Stratford\u00adupon\u00adAvon. Peregrina\u00e7\u00e3o, inaugura\u00e7\u00e3o de est\u00e1tua, bailes e desfiles de personagens s\u00e3o organizados pelo ator David Garrick. Ele divulga Shakespeare e a si mesmo, as duas figuras se sobrepondo, como indica um coment\u00e1rio do s\u00e9culo 18 coletado pela professora: \u201cShakespeare e Garrick s\u00e3o filhos favoritos da natureza, irm\u00e3os g\u00eameos. Shakespeare nasceu poeta, Garrick, ator. O primeiro, para escrever, Garrick, para ilustrar o que Shakespeare escreveu\u201d. Garrick torna a profiss\u00e3o de ator respeit\u00e1vel, elevando\u00ada ao patamar de arte liberal. Liana ressalta que Garrick e Johnson foram os maiores respons\u00e1veis pela divulga\u00e7\u00e3o e canoniza\u00e7\u00e3o de Shakespeare. \u201cUm no mundo do teatro e das comemora\u00e7\u00f5es populares, e outro no das edi\u00e7\u00f5es e dos coment\u00e1rios cr\u00edticos\u201d.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Por Chirlei Kohls.<\/h5>\n<h6 style=\"text-align: right;\">\ud83d\udcd6 Publicado originalmente na edi\u00e7\u00e3o 5, ano 3, da Revista Ci\u00eancia UFPR (2019).<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Enquanto houver viventes nesta lida, h\u00e1 de viver meu verso e te dar vida\u201d. 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