{"id":18312,"date":"2020-12-17T14:09:11","date_gmt":"2020-12-17T17:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=18312"},"modified":"2022-11-26T19:04:10","modified_gmt":"2022-11-26T22:04:10","slug":"vacina-contra-a-covid-19-desenvolvida-na-ufpr-supera-astrazeneca-oxford-em-resultados-pre-clinicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/vacina-contra-a-covid-19-desenvolvida-na-ufpr-supera-astrazeneca-oxford-em-resultados-pre-clinicos\/","title":{"rendered":"Vacina contra covid-19 desenvolvida na UFPR supera AstraZeneca\/Oxford em resultados pr\u00e9-cl\u00ednicos"},"content":{"rendered":"<p>Os resultados da segunda imuniza\u00e7\u00e3o em camundongos feita com a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) apontaram t\u00edtulos de anticorpos compar\u00e1veis e at\u00e9 superiores aos reportados pela vacina ChAdOx1 nCoV-19, da parceria AstraZeneca\/Oxford, em estudos na fase pr\u00e9-cl\u00ednica realizados em camundongos.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo \u00e9 uma medida da quantidade de anticorpos no soro sangu\u00edneo que \u00e9 obtida a partir de uma s\u00e9rie de dilui\u00e7\u00f5es crescentes do soro. \u00c9 realizada para se observar a diferen\u00e7a entre a amostra imunizada e a controle, que recebe apenas as part\u00edculas sem a prote\u00edna do v\u00edrus.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>Imunizante da UFPR mais uma vez se mostrou eficaz sem o acr\u00e9scimo de adjuvante, subst\u00e2ncia utilizada para facilitar a resposta imune normal<\/p><\/blockquote>\n<p>\u201cDilu\u00edmos o soro 16 mil vezes e ainda podemos observar muitos anticorpos nessa dilui\u00e7\u00e3o. Isso quer dizer que provavelmente teremos que diluir ainda mais para encontrar o ponto final, unidade em que normalmente os resultados s\u00e3o expressos\u201d, revela Marcelo M\u00fcller dos Santos, professor do Departamento de Bioqu\u00edmica e Biologia Molecular da UFPR e um dos respons\u00e1veis pelo estudo.<\/p>\n<p>Para comparar, os estudos de imuniza\u00e7\u00e3o em camundongos publicados sobre a vacina AstraZeneca\/Oxford relatam t\u00edtulos em torno de dez mil ap\u00f3s 42 dias da aplica\u00e7\u00e3o de duas doses do produto. Isso quer dizer que o soro teve que ser dilu\u00eddo dez mil vezes para atingir o valor m\u00ednimo que ainda diferenciava a amostra imunizada da amostra de controle.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Spotify Embed: Vacina para Covid-19 desenvolvida na UFPR induz produ\u00e7\u00e3o maior de anticorpos que a de Oxford em fase pr\u00e9-cl\u00ednica\" width=\"100%\" height=\"232\" allowtransparency=\"true\" frameborder=\"0\" allow=\"encrypted-media\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed-podcast\/episode\/3w30o2tnx5h3GPi8eMZWRn?si=6HvOOloDSeKLErtibjkkBw\"><\/iframe><\/p>\n<p>O imunizante da UFPR mais uma vez se mostrou eficaz sem o acr\u00e9scimo de adjuvante, subst\u00e2ncia utilizada para facilitar a resposta imune normal. As part\u00edculas do pol\u00edmero bacteriano polihidroxibutirato (PHB), utilizadas pelos pesquisadores para inserir partes da prote\u00edna viral do Sars-CoV-2 no organismo, j\u00e1 apresentam a atividade de adjuvante, exacerbando a resposta imune em camundongos.<\/p>\n<p>Foram injetadas duas doses de vacina, com intervalo de duas semanas entre elas, em um n\u00famero maior de camundongos que no \u00faltimo experimento. A imuniza\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com part\u00edculas do pol\u00edmero bacteriano polihidroxibutirato (PHB) recobertas com partes espec\u00edficas da prote\u00edna Spike, que \u00e9 a prote\u00edna que permite ao Sars-CoV-2 infectar nossas c\u00e9lulas. Ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o, os anticorpos foram medidos no soro sangu\u00edneo coletado dos camundongos.<\/p>\n<h2>Micro e nanopart\u00edculas em vez de v\u00edrus inoculado<\/h2>\n<p>Os experimentos foram realizados com micropart\u00edculas e com nanopart\u00edculas, uma diferen\u00e7a de tamanho de aproximadamente mil vezes entre as duas. A conclus\u00e3o \u00e9 que as nanopart\u00edculas s\u00e3o mais vi\u00e1veis por causarem menos inc\u00f4modo no paciente e porque possivelmente melhoram a resposta imune.<\/p>\n<p>\u201cTemos a expectativa de que as nanopart\u00edculas consigam chegar a setores do nosso sistema imune que as part\u00edculas maiores n\u00e3o s\u00e3o capazes. Mas, at\u00e9 o momento, os dois sistemas testados funcionam muito bem\u201d, explica Santos.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>A imuniza\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com part\u00edculas do pol\u00edmero bacteriano polihidroxibutirato (PHB) recobertas com partes espec\u00edficas da prote\u00edna Spike, que \u00e9 a prote\u00edna que permite ao Sars-CoV-2 infectar nossas c\u00e9lulas<\/p><\/blockquote>\n<p>Esta fase tamb\u00e9m testou a imuniza\u00e7\u00e3o por via nasal para descobrir se a forma de administra\u00e7\u00e3o \u00e9 capaz de estimular o sistema imune sist\u00eamico a produzir anticorpos do tipo IgG, que participam da defesa contra a invas\u00e3o de ant\u00edgenos. De acordo com o pesquisador, n\u00e3o foi poss\u00edvel detectar esse tipo de imunoglobulina, provavelmente porque o m\u00e9todo induziu a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos do tipo IgA, principal imunoglobulina presente nas membranas mucosas.<\/p>\n<p>\u201cSe isso se confirmar, ser\u00e1 muito interessante pois, por conta da forma de entrada do v\u00edrus no organismo, \u00e9 uma \u00f3tima forma de enfrentamento ao Sars-CoV-2\u201d.<\/p>\n<p>O professor Breno Castello Branco Beir\u00e3o, do Departamento de Patologia B\u00e1sica, tamb\u00e9m integra a equipe e est\u00e1 medindo os t\u00edtulos de anticorpos gerados por esta via de imuniza\u00e7\u00e3o. Entre eles, o do tipo IgM, imunoglobulina que \u00e9 produzida ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o a um ant\u00edgeno.<\/p>\n<h2>Pr\u00f3ximos passos incluem comprova\u00e7\u00e3o de efeito neutralizante<\/h2>\n<p>Os pr\u00f3ximos testes pretendem descobrir se os anticorpos produzidos pela imuniza\u00e7\u00e3o t\u00eam efeito neutralizante, isto \u00e9, se eles impedem que o v\u00edrus interaja com os receptores das c\u00e9lulas.<\/p>\n<p>\u201cDigamos que uma pessoa tenha, no organismo, anticorpos com potencial para reconhecer o novo coronav\u00edrus. Se a pessoa for infectada e esses anticorpos reconhecerem rapidamente o coronav\u00edrus e se ligarem aos receptores do v\u00edrus antes que eles reconhe\u00e7am os receptores das c\u00e9lulas do organismo, h\u00e1 o efeito neutralizante, pois provavelmente o v\u00edrus n\u00e3o conseguir\u00e1 infectar c\u00e9lulas do trato respirat\u00f3rio\u201d, exemplifica Santos.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que, pela quantidade de anticorpos presente no sangue imunizado, as chances de que tenham esse efeito neutralizante s\u00e3o muito boas. \u201cSe demonstrarmos essa capacidade, podemos pensar seriamente na fase um de testes cl\u00ednicos\u201d, avalia.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>Cientistas tentam reduzir pela metade quantidade de ant\u00edgeno, mantendo efeitos, para maior produtividade no futuro<\/p><\/blockquote>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 a inten\u00e7\u00e3o de diminuir a carga de ant\u00edgeno nos pr\u00f3ximos experimentos. Atualmente o estudo trabalha com doses de 50 microgramas de prote\u00edna, mas os especialistas acreditam que \u00e9 poss\u00edvel reduzir pela metade essa quantidade, o que resultaria na produ\u00e7\u00e3o do dobro de vacinas com a mesma quantidade de ant\u00edgenos. Aliando isso \u00e0 vantagem que j\u00e1 existe de n\u00e3o precisar de adjuvante, a vacina desenvolvida na UFPR seria muito mais econ\u00f4mica que as demais existentes no mercado.<\/p>\n<p>Emanuel Maltempi de Souza, professor do Departamento de Bioqu\u00edmica, indica outro fator importante que a equipe deseja analisar: o momento em que a resposta imunol\u00f3gica aparece no organismo. \u201cQueremos ver tamb\u00e9m se essa resposta n\u00e3o desaparece ap\u00f3s algum tempo e se o t\u00edtulo de anticorpo permanece alto. Nosso objetivo, nesse momento, \u00e9 definir a melhor f\u00f3rmula e a durabilidade da resposta\u201d.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 finalizar os testes pr\u00e9-cl\u00ednicos na metade de 2021. \u201cJ\u00e1 os testes cl\u00ednicos escapam um pouco do nosso dom\u00ednio porque precisar\u00edamos de parceiros. \u00c9 necess\u00e1rio ter suporte, principalmente de alguma ind\u00fastria farmac\u00eautica que domine boas pr\u00e1ticas de fabrica\u00e7\u00e3o para assegurar que a prepara\u00e7\u00e3o segue essas normas e garantir a aprova\u00e7\u00e3o pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa)\u201d, comenta Santos.<\/p>\n<h2>Alternativas de vacina devem constar em estrat\u00e9gia contra a covid-19<\/h2>\n<p>Para Souza, h\u00e1 grandes chances de que o v\u00edrus Sars-CoV-2 permane\u00e7a em circula\u00e7\u00e3o, o que exigiria que a popula\u00e7\u00e3o fosse vacinada periodicamente. \u201cSe realmente houver essa necessidade, novas formula\u00e7\u00f5es vacinais, f\u00f3rmulas menos agressivas e mais baratas ser\u00e3o importantes. N\u00e3o descartamos a possibilidade de que essa prepara\u00e7\u00e3o seja utilizada para a Covid-19, mas tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel desenvolver outras vacinas usando essa mesma tecnologia\u201d.<\/p>\n<p>Ele comenta que a plataforma tecnol\u00f3gica vacinal criada na UFPR, cuja forma de ligar o ant\u00edgeno \u00e0 nanopart\u00edcula \u00e9 diferente, \u00e9 inovadora e relativamente barata se comparada com outras existentes no mercado. \u201cTodas as vacinas dispon\u00edveis contra a Covid-19 foram desenvolvidas a partir de uma plataforma de vacina que j\u00e1 estava pronta. Os cientistas aplicaram o que conheciam sobre fazer vacina contra coronav\u00edrus e hoje temos um recorde de tempo que dificilmente ser\u00e1 batido no desenvolvimento de uma vacina\u201d.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">\u21aa\ufe0f Publicado originalmente no Portal da UFPR (www.ufpr.br).<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os resultados da segunda imuniza\u00e7\u00e3o em camundongos feita com a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paran\u00e1&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2805,"featured_media":18319,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1609,1608,1710,1,1610,1795],"tags":[1139,1798,1799],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Vacina contra covid-19 desenvolvida na UFPR supera AstraZeneca\/Oxford em resultados pr\u00e9-cl\u00ednicos - 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