{"id":16062,"date":"2020-08-11T18:03:49","date_gmt":"2020-08-11T21:03:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/?p=16062"},"modified":"2025-06-21T14:52:17","modified_gmt":"2025-06-21T17:52:17","slug":"a-formiga-do-inferno-cujas-grandes-mandibulas-serviam-para-carregar-comida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/a-formiga-do-inferno-cujas-grandes-mandibulas-serviam-para-carregar-comida\/","title":{"rendered":"A \u201cformiga do inferno\u201d cujas grandes mand\u00edbulas serviam para carregar comida"},"content":{"rendered":"<h5><b>BOLETIM UFPR <\/b><span style=\"color: #cf6777;\"><b>|<\/b><\/span> A formiga que ficou conhecida como &#8220;infernal&#8221; por conta de suas grandes mand\u00edbulas<\/h5>\n<h6><iframe loading=\"lazy\" style=\"border-radius: 12px;\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/0x2zCRK3sObSEZaWWF9xNB?utm_source=generator&amp;theme=0\" width=\"600\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/h6>\n<p>\u201cVampiras\u201d, \u201cmortais\u201d e, por fim, \u201cformigas do inferno\u201d s\u00e3o apelidos j\u00e1 usados para descrever um grupo de formigas que viveu no cret\u00e1ceo, per\u00edodo pr\u00e9-hist\u00f3rico ocorrido h\u00e1 cerca de 100 milh\u00f5es de anos &#8212; o que faz delas contempor\u00e2neas dos dinossauros. Tanto terror viria do fato de que o inseto (embora pequeno) possu\u00eda mand\u00edbulas grandes em rela\u00e7\u00e3o ao corpo e com as pontas voltadas para cima. Algumas esp\u00e9cies portavam ainda um tipo de chifre na cabe\u00e7a. Todos esses s\u00e3o fatores que deixam as formigas com apar\u00eancia agressiva mesmo para quem as observa como f\u00f3sseis conservados h\u00e1 muito tempo. No entanto, dois professores do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) que estudaram tr\u00eas esp\u00e9cies de \u201chell ants\u201d avaliam que essa subfam\u00edlia de formigas extintas pode ser mais diversa e especializada do que se tem not\u00edcia.<\/p>\n<p>Para eles, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que as grandes mand\u00edbulas de esp\u00e9cies da subfam\u00edlia Haidomyrmecinae (o grupo das \u201chell ants\u201d) n\u00e3o eram t\u00e3o fortes como aparentam, o que sugere que seriam usadas para carregar seiva de \u00e1rvores, como uma grande pin\u00e7a. Assim sendo, essa parte da cabe\u00e7a dos insetos serviria mais como um aparato hidr\u00e1ulico do que como uma terr\u00edvel arma para empalar presas. A considera\u00e7\u00e3o est\u00e1 no artigo <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0195667120301889?dgcid=author\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u201cNew haidomyrmecine ants (Hymenoptera: Formicidae) from mid-Cretaceous amber of northern Myanmar\u201d<\/a>, publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista <em>Cretaceous Research<\/em>, da Elsevier.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>\u201cAs mand\u00edbulas dessas formigas s\u00e3o muito incomuns, n\u00e3o existe nada parecido hoje. Disso veio a fama de \u2018infernais\u2019, mas a descri\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies mostra que nem todas eram assim\u201d <span style=\"font-family: Cardo, Georgia, Times;\">\u00a0 \u00a0<\/span><\/p>\n<footer><cite>John Lattke, professor do Departamento de Zoologia da UFPR e coautor do artigo<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cAs mand\u00edbulas dessas formigas s\u00e3o muito incomuns, n\u00e3o existe nada parecido hoje. Isso deu origem a muitas especula\u00e7\u00f5es sobre como elas ca\u00e7avam, que movimentos faziam. Disso veio a fama de \u2018infernais\u2019, mas a descri\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies mostra que nem todas eram assim\u201d, explica John Lattke, do Departamento de Zoologia da UFPR, que assina o artigo e \u00e9 especialista em formigas (ou mirmec\u00f3logo).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o tal chifre dessas esp\u00e9cies n\u00e3o parece capaz de servir de arma. \u201cEstruturalmente o chifre era muito fraco e rombudo para funcionar como uma lan\u00e7a capaz de golpear presas, como muitos prop\u00f5em\u201d, avalia Lattke. Outro motivo para duvidar do uso como lan\u00e7a \u00e9 o movimento que a formiga teria que fazer, na vertical (para cima e para baixo), que \u00e9 raro para esse tipo de inseto e incondizente com a estrutura da cabe\u00e7a das esp\u00e9cies estudadas.<\/p>\n<div id=\"nbag-cd7c30f43c\" class=\"nbag-wrapper nbag-gallery nbag-design-simple\" data-settings=\"{&quot;template&quot;:&quot;simple&quot;,&quot;nonce&quot;:&quot;cd7c30f43c&quot;}\" data-atts=\"{&quot;order&quot;:&quot;ASC&quot;,&quot;orderby&quot;:&quot;post__in&quot;,&quot;id&quot;:16062,&quot;itemtag&quot;:&quot;figure&quot;,&quot;icontag&quot;:&quot;div&quot;,&quot;captiontag&quot;:&quot;figcaption&quot;,&quot;columns&quot;:3,&quot;size&quot;:&quot;thumbnail&quot;,&quot;include&quot;:&quot;17988,17989,17990,17991,17992&quot;,&quot;exclude&quot;:&quot;&quot;,&quot;link&quot;:&quot;file&quot;,&quot;type&quot;:&quot;default&quot;,&quot;ids&quot;:&quot;17988,17989,17990,17991,17992&quot;}\"><div class=\"nbag-pholder nbag-pholder-overlay\" data-nbag=\"holder\"><div class=\"nbag-pholder-i\" data-nbag=\"holder\"><div class=\"thumb-o nbag-pholder-bg\"><div class=\"thumb-w\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"810\" height=\"566\" src=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1-1024x716.jpg\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"Detalhes da cabe\u00e7a e dos corpos das &quot;hell ants&quot; analisadas, conservadas em pe\u00e7as de \u00e2mbar. Na \u00faltima foto \u00e9 poss\u00edvel ver as mand\u00edbulas voltadas para cima. Fotos: John Lattke e Gabriel Melo\/UFPR\/Divulga\u00e7\u00e3o\" srcset=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1-1024x716.jpg 1024w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1-300x210.jpg 300w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1-768x537.jpg 768w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1-1536x1074.jpg 1536w, https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Figure-6-Lattke-_-Melo-detalhe-1.jpg 1941w\" sizes=\"(max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/div><\/div><div class=\"nbag-pholder-c\"><div class=\"nbag-info\"><span class=\"nbag-count\">5<\/span> <span class=\"nbag-count-text\">Imagens<\/span><\/div><\/div><\/div><div class=\"nbag-actions\"><ul><li><a href=\"javascript:void(0)\" data-view=\"slideshow\" class=\"btn btn-default btn-block\"><i class=\"ti__gallery\"><\/i> Mostrar galeria<\/a><\/li><\/ul><\/div><\/div><\/div>\n<p>Para os autores, as descobertas mostram que \u00e9 equivocado associar morfologias primitivas \u00e0s formas de vida que existiam antes da extin\u00e7\u00e3o em massa ocorrida h\u00e1 cerca de 65 milh\u00f5es de anos. \u201cExiste talvez uma tend\u00eancia em pensar que todos os bichos que conviveram com as \u2018hell ants\u2019 eram grandes predadores, como muitos dinossauros, e desprezar a biodiversidade da \u00e9poca, que j\u00e1 era bem not\u00e1vel\u201d, avalia o professor Gabriel Melo, tamb\u00e9m autor do artigo.<\/p>\n<h2>Mais uma empilhadeira do que uma lan\u00e7a<\/h2>\n<p>A metodologia usada para chegar a essas conclus\u00f5es foi a compara\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica entre essas formigas j\u00e1 extintas e as atuais. A partir da descri\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas de exemplares de \u201chell ants\u201d preservados em \u00e2mbar, provenientes de Mianmar, no Sudeste Asi\u00e1tico, e o que elas diziam sobre os h\u00e1bitos desses insetos, os cientistas analisaram os h\u00e1bitos das formigas atuais no que o ambiente delas tem a ver com o do cret\u00e1ceo. H\u00e1 100 milh\u00f5es de anos, por exemplo, j\u00e1 existiam plantas angiospermas (frut\u00edferas) e insetos sugadores de seiva doce. Esses insetos, entre os quais a cochonilha, s\u00e3o hoje uma das principais fontes de alimento das formigas predadoras.<\/p>\n<p>Os pesquisadores conclu\u00edram que, apesar de haver ind\u00edcios de que essas formigas eram mesmo predadoras (havia vest\u00edgios de presas na boca dos insetos descritos), nem todas as esp\u00e9cies de Haidomyrmecinae usavam suas grandes mand\u00edbulas para imobilizar as presas para serem \u201cempaladas\u201d, como faria um escorpi\u00e3o. O mais plaus\u00edvel \u00e9 que essas tr\u00eas esp\u00e9cies estudadas, por exemplo, ca\u00e7assem insetos \u00e0 procura de hemolinfa como alimento, mas as mand\u00edbulas seriam facilitadoras na ca\u00e7a \u2014 al\u00e9m de ferramentas para carregar secre\u00e7\u00f5es ou exsudatos doces de plantas ou de insetos sugadores de seiva.<\/p>\n<blockquote class=\"alignright\"><p>\u201cExiste talvez uma tend\u00eancia em pensar que todos os bichos que conviveram com as \u2018hell ants\u2019 eram grandes predadores, como muitos dinossauros, e desprezar a biodiversidade da \u00e9poca, que j\u00e1 era bem not\u00e1vel\u201d <span style=\"font-family: Cardo, Georgia, Times;\"><span style=\"font-family: Cardo, Georgia, Times;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<footer><cite>Gabriel Melo, tamb\u00e9m professor da UFPR e coautor<\/cite><\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cEssa formigas tamb\u00e9m t\u00eam algo que n\u00e3o \u00e9 achado em formigas modernas, que s\u00e3o as esp\u00edculas, pequenos pares de pelos duros sobre a boca. Eles seriam capazes de perfurar um exoesqueleto mais macio das presas. As mand\u00edbulas ajudariam a pressionar de forma persistente at\u00e9 que a presa \u2018sangrasse\u2019\u201d, explica Lattke.<\/p>\n<p>Depois de se alimentar, elas usariam as mand\u00edbulas para carregar gotas de hemolinfa e demais exsudatos (l\u00edquidos org\u00e2nicos \u201cvazados\u201d) para o formigueiro. Tudo indica que as tr\u00eas esp\u00e9cies analisadas s\u00e3o sociais, uma vez que grupos de f\u00f3sseis delas j\u00e1 foram encontrados conservados em uma mesma pe\u00e7a de \u00e2mbar &#8212; o que indica tamb\u00e9m que elas subiam em \u00e1rvores. Para um pesquisador da \u00e1rea, o f\u00f3ssil conservado em \u00e2mbar traz informa\u00e7\u00f5es importantes para a recria\u00e7\u00e3o da morfologia e dos h\u00e1bitos das esp\u00e9cies. \u201cEsses f\u00f3sseis s\u00e3o sensacionais porque s\u00e3o como momentos paralisados no tempo. \u00c9 como ver a imagem de uma formiga extinta como ela era\u201d, diz Lattke.<\/p>\n<p>O contraponto \u00e9 que o fato de esses f\u00f3sseis serem os principais registros das \u201chell ants\u201d impede que se saiba se elas viveram no continente sul-americano. As \u00e1rvores que produzem as resinas que d\u00e3o origem ao \u00e2mbar estavam na regi\u00e3o, mas ainda n\u00e3o foram encontrados dep\u00f3sitos do cret\u00e1ceo. At\u00e9 agora, sabe-se que essas formigas existiram no que hoje \u00e9 a \u00c1sia, a Europa e o Canad\u00e1.<\/p>\n<h2>Cole\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis de insetos em \u00e2mbar<\/h2>\n<p>O estudo foi viabilizado por meio de uma cole\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis de insetos que vem crescendo no Departamento de Zoologia da UFPR, sob a curadoria de diversos professores, entre eles Gabriel Melo. Especialista em abelhas e vespas, Melo tem adquirido as pe\u00e7as em lojas especializadas que comercializam f\u00f3sseis desses insetos. Tamb\u00e9m se interessa, por\u00e9m, por achados de outras fam\u00edlias de insetos &#8212; caso das tr\u00eas esp\u00e9cies de \u201chel ants\u201d. Os f\u00f3sseis usados no estudo v\u00eam de uma regi\u00e3o no nordeste de Mianmar, j\u00e1 conhecida por ser uma fornecedora para cientistas e amadores.<\/p>\n<p>Para John Lattke, a pesquisa sobre f\u00f3sseis de insetos traz reflex\u00f5es relevantes sobre biodiversidade e manuten\u00e7\u00e3o de ecossistemas. Ao que tudo indica, essas formigas n\u00e3o sucumbiram por n\u00e3o conseguirem se adaptar ao ambiente, mas talvez pela mudan\u00e7a na vegeta\u00e7\u00e3o com o crescente dom\u00ednio das angiospermas ou mesmo por um evento dr\u00e1stico, que por sua vez n\u00e3o foi uma senten\u00e7a de morte para a natureza.<\/p>\n<p>\u201cO f\u00f3sseis permitem testemunhar que, embora grandes ecossistemas possam sumir e grandes fatias da biodiversidade irem embora, eventualmente elas ser\u00e3o substitu\u00eddas por outros atores. N\u00f3s, os humanos somos uma esp\u00e9cie, um ator, n\u00f3s tamb\u00e9m podemos sumir. Para a natureza somos um recurso para ser utilizado, que o diga o novo coronav\u00edrus. A natureza n\u00e3o precisa dos humanos, mas n\u00f3s sim precisamos da natureza\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BOLETIM UFPR | A formiga que ficou conhecida como &#8220;infernal&#8221; por conta de suas grandes mand\u00edbulas \u201cVampiras\u201d, \u201cmortais\u201d e, por&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2800,"featured_media":26883,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false},"categories":[1609,1608,1],"tags":[1667,1669,1666,1670,2168,1665],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A \u201cformiga do inferno\u201d cujas grandes mand\u00edbulas serviam para carregar comida - Ci\u00eancia UFPR<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Artigo de cientistas da UFPR joga luz sobre a biodiversidade e a especializa\u00e7\u00e3o dos insetos do Cret\u00e1ceo, n\u00e3o t\u00e3o primitivos quanto se pensa.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ciencia.ufpr.br\/portal\/a-formiga-do-inferno-cujas-grandes-mandibulas-serviam-para-carregar-comida\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A \u201cformiga do inferno\u201d cujas grandes mand\u00edbulas serviam para carregar comida - 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